quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

MILHO/EUA VENDEU 373 MIL TONS.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou hoje a venda de 135.128 toneladas de milho para o Japão, com entrega em 2011/12. Outras 238 mil toneladas foram comercializadas para países não revelados, com embarque em 2010/11. Frequentemente, exportadores norte-americanos concordam em vender ofertas para intermediários que ainda não definiram o destino final do carregamento. Quando isso acontece, o USDA lista o comprador como "desconhecido". Vendas de 100 mil toneladas ou mais feitas em um único dia para um mesmo destino devem ser comunicadas até o dia útil seguinte.

SOJA/USDA: EUA VENDEM 1,34 MI TONS.

SOJA/USDA: EUA VENDEM 1,34 MI T DA SAFRA 10/11 E 60 MIL T DA 11/12
Os Estados Unidos venderam 1.341.600 toneladas de soja da safra 2010/11 na semana encerrada em 25 de novembro, alta 99% em relação à última semana e de 32% frente à média mensal, informou hoje o Departamento de Agricultura do país (USDA) em seu relatório semanal de exportações. Os principais compradores foram China (1.483.800 t), México (65.800 t), Canadá (50.300 t), Bangladesh (47 mil t), Taiwan (13.700 t) e Vietnã (12 mil t). Cancelamentos foram feitos por Japão (172.400 t) e outros países não revelados (174 mil t).
Outras 60 mil toneladas da safra 2011/12 foram vendidas para destinos toneladas para entrega em 2011/12 foram feitas para destinos não especificados.

MILHO: VENDAS SUPERAM EM 27% A MÉDIA MENSAL
Os Estados Unidos venderam 758.100 toneladas de milho da safra 2010/11 na semana encerrada em 25/11, volume 8% inferior ao registrado uma semana antes, mas 27% acima da média mensal, informou hoje o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.Os principais compradores foram Coreia do Sul (377.900 t), México (192.900 t), Japão (191.900 t), Egito (66 mil t), Costa Rica (31.800 t) e Taiwan (25.100 t). Cancelamentos foram feitos por países não identificados (187.700 t).

TRIGO: VENDAS CAEM 11% NA SEMANA
Os Estados Unidos venderam 663.300 toneladas de trigo da safra 2010/11 na semana encerrada em 25/11, queda de 11% frente à última semana e de 14% em relação à média mensal, informou hoje o Departamento de Agricultura -USDA- em seu relatório semanal de exportações.
Os principais compradores foram Marrocos (98.800 t), Jordânia (75 mil t), Japão (68.600 t), Egito (57.200 t), Malásia (46 mil t) e outros países não revelados (123 mil t). Cancelamentos foram feitos por Jamaica (18 mil t), África do Sul (5.100 t), Ilhas de Sotavento e Barlavento (3.200 t) e Barbados (3.200 t).
Outras 40.900 toneladas da safra 2011/12 foram vendidas para Jamaica (18 mil t) e Nigéria (15 mil t).

CHINA/SOJA FECHA EM ALTA INFLUENCIADA POR FORTES GANHOS NA CBOT.

Os futuros da soja terminaram com forte alta na Bolsa de Commodities de Dalian, acompanhando ganhos acentuados no pregão eletrônico da Bolsa de Chicago. O contrato setembro, o mais negociado, fechou com oscilação positiva de 74 yuans, ou 1,7%, cotado a 4.388 yuans por tonelada . O número de contratos abertos subiu 6.548 lotes nesta quinta-feira, para 254.700 lotes, após seis sessões consecutivas de declínio.
A fraqueza do dólar e a sólida demanda por exportações impulsionaram as cotações da oleaginosa na CBOT ontem, com o contrato janeiro encerrando em alta de 3,2%, a US$ 12,83 por bushel. Os preços da soja na China foram principalmente guiados pelo firme desempenho do grão em Chicago, já que os fundamentos do mercado doméstico forneceram poucos indícios novos. O número de contratos abertos aumentou de modo relativamente modesto frente à variação de preço, e o volume negociado foi baixo (215.522 lotes), acrescentou Zhao.
Participantes do mercado ainda parecem relutantes em investir em meio a preocupações com as rígidas medidas adotadas pelo governo chinês para controlar a inflação. Pequim leiloará 300 mil toneladas de soja das reservas nacionais amanhã (dia 3), em um esforço para estabilizar o mercado de óleos comestíveis.
Enquanto isso, a Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento da China ordenou que os principais produtores de óleos vegetais do país, incluindo Cofco, Jiusan Grain and Oil Group, Yihai Kerry Group e Chinatex Corp., segurem as altas de preço nos próximos quatro meses, informou nesta quinta-feira o jornal 21st Century Business Herald. "A pressão política do governo limitará a força de recuperação", alertou Zhao. Os futuros da soja enfrentarão resistência em 4.400 yuans por tonelada, de acordo com a analista.

CHICAGO/GRÃOS TERMINA EM ALTA POR DÓLAR E DEMANDA

Os futuros da soja negociados na bolsa de Chicago fecharam em alta nesta quarta feira, sustentados pelo enfraquecimento do dólar e pelas expectativas de uma demanda forte de exportação.
O contrato janeiro da oleaginosa, o mais ativo, subiu 40 centavos, ou 3,22%, para fechar cotado a US$ 12,83 por bushel. A sustentação foi dada pela fraqueza do dólar, o que impulsiona os preços de várias commodities, de grãos a petróleo. O fortalecimento do petróleo também influenciou na alta da soja já que o biodiesel é feito a partir de óleo de soja, disseram traders."O nome do jogo hoje foi comprar tudo", disse Dale Durchholz, analista da consultoria AgriVison.
Os investidores também comemoraram a melhora nos dados do setor manufatureiro da China, o que foi considerado com um bom sinal de demanda futura, disseram analistas. A China é o maior comprador mundial de soja e tem adquirido o grão norte-americano a um ritmo recorde. "A economia da China permanece forte o suficiente para (o país) manter sua substancial" compra de commodities, disse Brian Hoops, presidente da corretora Midwest Market Solutions.
No mês passado, os futuros da soja alcançaram a máxima de 26 meses devido às preocupações de que a forte demanda da China pudesse afetar a oferta. Desde então os preços recuaram 4%.
Os traders permanecem atentos à situação da oferta global porque áreas importantes da América do Sul precisam de chuva. A previsão é de um clima principalmente seco e cada vez mais quente para a Argentina no final de semana e no início da próxima semana, disse Mike Tannura, meteorologista da T-Storm Weather.
A Argentina é o terceiro maior exportador de soja do mundo, depois de Brasil e EUA. Segundo analistas, a forte demanda da China tem elevado a importância de uma ampla safra global.
O contrato janeiro do farelo subiu US$ 7,80, ou 2,29%, para fechar cotado a US$ 348,50 por tonelada. O janeiro do óleo ganhou 161 pontos, ou 3,16%, para 52,61 centavos por libra-peso.

MILHO: CHICAGO FECHA EM ALTA DE 4,1% COM INFLUÊNCIA DO TRIGO
A forte valorização do trigo no mercado americano impulsionou os preços futuros do milho negociado. A depreciação do dólar frente a uma cesta de moedas e preocupações com a safra da Argentina permitiram o movimento. Os contratos de milho com vencimento em março, os mais movimentados, dispararam 22,25 cents/lb ou 4,09% e fecharam a US$ 5,6625/bushel.
A previsão de clima seco na Argentina também deu suporte ao milho. Analistas disseram que a safra de 2010 dos Estados Unidos foi decepcionante e é esperado um aperto na oferta global em 2011, pois o mundo não receberá bem uma eventual quebra na safra argentina.
Tecnicamente, o mercado rompeu médias móveis importantes, inclusive a de 50 dias, o que poderá inspirar mais compras na quinta-feira, de acordo com analistas. Embora muitos digam que o mercado ainda tenha potencial de valorização, por causa da projeção de restrição na oferta, outros ponderam que a demanda para exportação desacelerou com preços acima dos US$ 5,50/bushel.

TRIGO/EUA DISPARA 7,2% COM QUEDA DO DÓLAR E CLIMA DESFAVORÁVEL
As cotações do trigo dispararam nesta quarta-feira, impulsionadas por fortes chuvas em áreas de produção da Austrália e pela seca nas Planícies, que alimentaram preocupações com a oferta. E a fraqueza do dólar deu suporte à maioria das commodities, desde o petróleo até os grãos.
Na Bolsa de Chicago os contratos com vencimento em março fecharam com valorização de 49,50 cents ou 7,17%, cotados a US$ 7,40/bushel. Na Bolsa de Kansas City o mesmo vencimento saltou 50,50 cents ou 6,77% e encerrou o dia a US$ 7,96/bushel.
Produtores de trigo no Leste da Austrália, tradicionalmente um importante país exportador, estão encontrando "a safra dos infernos" por causa do excesso de chuvas que impede a colheita, de acordo com Keith Perrett, presidente da Australia's Grains Research & Development Corp. A umidade piorou a qualidade de parte do trigo atingido, tornando-o inviável para produção de farinha. Isso restringe a oferta global de grãos de alta proteína usados no consumo humano. "Embora a oferta global de trigo pareça OK, quando você fala em moagem de boa qualidade e especialmente de trigo com alto valor proteico, a oferta é realmente pequena", comentou o presidente da consultoria The Money Farm, Mike Krueger.
Importadores provavelmente serão forçados a aumentar as compras dos Estados Unidos para garantir trigo de alta qualidade, segundo analistas.
O Egito importou 220 mil toneladas de trigo duro de inverno dos Estados Unidos nesta quarta-feira. Foi a segunda licitação consecutiva em que o Egito comprou exclusivamente dos Estados Unidos, sinalizando que outros países estão ficando com pouca oferta exportável, de acordo com Krueger.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

ARGENTINA: GOVERNO LIBERA EXPORTAÇÃO DE 5 MILHÕES DE TONELADAS

O governo da Argentina autorizou a exportação de 5 milhões de toneladas de milho da safra 2010/11, a serem embarcadas a partir de 15/2, informa a Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (Oncca). A autorização ocorre após acordo entre governo e exportadores, que garante 8 milhões de tons para o abastecimento interno. O Ministério de Agricultura estima que a safra de milho, em fase final de plantio, atingirá o recorde de 26 milhões de toneladas. A Argentina é o segundo maior exportador de milho do mundo, atrás dos Estados Unidos."O Estado entende que, com o abastecimento interno do cereal garantido, é possível manter a abertura permanente dos registros de exportação", diz a Oncca. Apesar da disposição oficial de não restringir as vendas externas, o saldo exportável estimado em 18 milhões de tons pode não se confirmar. De acordo com o especialista em clima Germán Heizenknecht, da consultoria de Climatologia Aplicada, as lavouras do cereal estão em boas condições, mas entrarão em período crítico de desenvolvimento, que requer chuvas regulares. "Se não chover nesta primeira quinzena do mês a produção de regiões como Entre Rios e do centro de Santa Fe vai sofrer um corte", afirmou. Heizenknecht disse que ainda é cedo para estimar redução.
A Argentina pretende exportar milho para novos mercados, entre eles Rússia e China. Segundo anúncio do secretário de Comércio e Relações Econômicas Internacionais da Argentina, Luis Maria Kreckler, na última sexta-feira, o governo russo sinalizou intenção de comprar 3 milhões de t a partir de janeiro. A demanda da China seria de aproximadamente 5 milhões de tons, conforme estimativas de analistas do mercado. Em missão comercial a Pequim, o ministro de Agricultura, Julian Domínguez, detalhou que negocia um acordo fitossanitário com a China, para permitir a importação de milho geneticamente modificado.

EXPORTAÇÃO DO COMPLEXO SOJA SOBE 59,4%.

A receita total das exportações brasileiras do complexo soja (grão, farelo e óleo bruto) atingiu US$ 678 milhões em novembro, queda ante os US$ 974,1 milhões registrados no mês anterior mas alta de 59,4% em relação aos US$ 425,3 milhões gerados no mesmo mês do ano passado, de acordo com dados divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
As exportações de soja em grão totalizaram 301,3 mil toneladas em novembro, queda de 70,3% em relação a outubro, quando foram embarcadas 1,013 milhão de toneladas. O volume embarcado ficou 62,1% acima das 185,8 mil toneladas registradas no mesmo mês de 2009.
O faturamento com as vendas externas em novembro totalizou US$ 139,5 milhões, ante US$ 430,5 milhões em outubro e US$ 84,1 milhões em novembro do ano passado. O preço médio da tonelada de soja embarcada em novembro foi de US$ 463,2, contra US$ 424,9 no mês anterior e US$ 452,8 em novembro de 2009.
A comercialização da safra 2009/10 de soja do Brasil está praticamente terminada, e os produtores agora finalizam o plantio do novo ciclo.
Os embarques de farelo em novembro foram de 1,056 milhão de toneladas, redução de 13,8% em relação às 1,225 milhão de toneladas em outubro, mas alta de 41,8% se comparado às 745 mil toneladas em novembro de 2009. A receita com as vendas externas em novembro chegaram a US$ 417,7 milhões, contra US$ 457,9 milhões no mês anterior e US$ 304,8 milhões no mesmo período do ano passado. O preço médio do produto foi de US$ 395,3 por tonelada, ante US$ 373,7 em outubro e US$ 409,1 em novembro de 2009.
Quanto ao óleo de soja bruto, as exportações atingiram 121,1 mil toneladas em novembro, contra 96,4 mil no mês anterior e 44,8 mil no mesmo período do ano passado. A receita ficou em US$ 120,8 milhões, alta em relação a outubro, quando atingiu US$ 85,7 milhões, e ante novembro de 2009, quando foi de US$ 36,4 milhões. O preço médio do óleo vendido ao mercado internacional foi de US$ 996,8 por tonelada em novembro, contra US$ 889,3 no mês anterior e US$ 813,2 em novembro do ano passado.

ARGENTINA: LA NIñA PREOCUPA PRODUTORES DE GRÃOS.

Agricultores da Argentina estão ansiosos por causa da expectativa de clima seco durante as próximas duas semanas, resultado do fenômeno climático La Niña. Mas o volume estável de chuvas durante o período de preparação para o plantio permitiu um bom começo para as safras, segundo informou hoje a Bolsa de Cereais do Buenos Aires em relatório.
O fenômeno La Niña envolve uma queda das temperaturas na costa do Pacífico da América do Sul e, em geral, deixa o clima seco no Sul do continente e provoca chuvas no Norte. Embora a influência na Argentina tenha chegado alguns meses mais tarde do que o normal, nesta temporada o La Niña "é um dos mais intensos nas últimas décadas", de acordo com o climatologista Eduardo Sierra.
O clima seco foi fator importante para a elevação dos preços internacionais dos grãos nas últimas semanas, na medida em que os traders especularam que a safra Argentina deve ficar abaixo do recorde esperado inicialmente. Além disso, há preocupações com as condições no Sul do Brasil. A Argentina está em segundo lugar na exportação mundial de milho e em terceiro na de soja. Lidera as vendas externas de farelo e óleo de soja.
O Ministério da Agricultura do país espera que a produção de grãos 2010/11 supere 103 milhões de toneladas, mais do que o recorde anterior de 93 milhões de toneladas, registrado um ano antes. O governo espera que a produção de soja some 52 milhões de toneladas, a maior safra da Argentina e perto do recorde do ano passado. Além disso, o Ministério prevê que a produção de milho atinja um recorde de 26 milhões de toneladas, mais do que as 22,5 milhões de toneladas do ano passado, de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Mas, de acordo com a bolsa de Buenos Aires, o La Niña chegará com toda a força no importante mês de dezembro, derrubando os níveis de chuva para abaixo da média. Muitos produtores podem migrar para o cultivo da soja de fim de temporada, que geralmente tem rendimento menor. Cerca de três quartos do plantio de milho foi concluído e os campos semeados começam a entrar num período em que as chuvas são necessárias.
O volume de chuva abaixo da média deve continuar até janeiro, enquanto fevereiro terá um retorno gradual, talvez instável, para os padrões de umidade normais, de acordo com a bolsa. Embora a expectativa seja de que as safras deste ano se mantenham relativamente bem, há sinais de que o La Niña pode se estender durante a maior parte de 2011, o que seria um sério problema na próxima temporada. Produtores encontrariam o solo seco justo na época de plantio, o que poderia causar uma repetição do ciclo 2007/08, quando a seca afetou a produção.

CHICAGO/MILHO : VALORIZAÇÃO DE 3,5% POR CAUSA DO CLIMA

Os preços futuros do milho estão subindo com força nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago. Os contratos com vencimento em março subiam 19,0 cents ou 3,49%, para US$ 5,63/bushel. Traders também estão preocupados com a safra de milho da Argentina, pois o clima seco e a fraqueza do dólar dão suporte.

TRIGO/EUA OPERA EM ALTA 6,3%.

Os preços futuros do trigo estão disparando hoje no mercado americano. Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em março saltavam 43,75 cents ou 6,34%, negociados a US$ 7,3425/bushel. Na Bolsa de Kansas City (KCBT), o mesmo vencimento avançava 44,50 cents ou 5,97%, para US$ 7,90/bushel.
A chuva afetou a qualidade da safra da Austrália e o Egito comprou 220 mil toneladas de trigo dos Estados Unidos. A umidade está atrasando a colheita do trigo australiano, reduzindo sua qualidade. Segundo a corretora North America Risk Management Services, "isso aumenta as questões sobre a qualidade do trigo no mundo, depois que o Canadá sofreu problemas semelhantes". A Austrália e o Canadá são tipicamente grandes exportadores.

SOJA/CHICAGO-PREOCUPAÇÃO COM CLIMA ELEVA 2,7%

Preocupações com o clima puxaram as cotações do complexo na Bolsa de Chicago. Os contratos de soja com vencimento em janeiro, os mais movimentados, tem valorização de 35,0 cents ou 2,70%  cotados a US$ 12,780/bushel.
Produtores de soja da Argentina encontram algumas dificuldades com o clima seco na época de plantio. O óleo de soja lidera os ganhos, pois chuvas atrasam a colheita de palma na Malásia, o que afeta a produção de óleo, segundo traders.

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