sexta-feira, 15 de julho de 2011

CBOT/GRÃOS ENCERRAM SEMANA COM TEMOR CLIMÁTICO.

Os contratos futuros de grãos negociados na bolsa de chicago consolidaram a tendência de alta iniciada esta semana por conta do temor do clíma quente e seco nos próximos dias. Vencimento novembro da soja-mês de maior concentração comercial da safra americana-, terminou a sessão cotado a u$ 13,87 00 bu, alta de 3cts, porém, longe de u$ 13,98 50 bu, maior preço no dia.
Relatórios com modelos climáticos de 11 a 15 dias informaram previsão chuvas um pouco mais extensas entre 4 e 5 dias na parte nororeste do cinturão de grãos, assustando comerciantes que imediatamente iniciaram vendas de realização de lucros, entretanto, previsões de clíma seco mais severamente temerosa  num importante periodo de polinização para Indiana, Kansas, sudeste de Nebraska e Illinois nas próximas 2 semanas de calor extremo, comparando à 1995 quando rendimento foi 18% menor, serviu de apoio aos preços do milho e soja no fechamento do dia. Confira na tabela abaixo, fechamento oficial.

SOJA
Contrato - MêsFechamento (US$ / Bushel)Variação
Agosto/11
13,85 75
+3,75
Setembro/11
13,83 00
+3,25
Novembro/11
13,87 00
+3,00
MILHO
Contrato - MêsFechamento (US$ / Bushel)Variação
Setembro/11               7,01 25+10,50
Dezembro/11               6,85 00+6,50
Março/11                6,95 25+5,00

quinta-feira, 14 de julho de 2011

CBOT - SOJA.

Os contratos futuros de soja negociados no mercado da bolsa de chicago terminou o dia em alta de 7,25 cts cotado a u$ 13,82 00 bu para vencimento em agosto, para novembro-pico da safra  americana- encerrou dia em alta de 5,00 cts a u$ 13,79 75bu.

Inicialmente os trabalhos foram focados no movimento do mercado de milho, mostrando algum cansaço da recente no rally de 55 pontos e muito propropenso a realizações de lucros, tecnicamente sobrecomprado.

As vendas de soja na exportação, anunciados em relatório semanal do departamento de agricultura dos EUA-USDA- deu algum suporte ao mercado, indicando demanda acima das suspeitas pelos comerciantes, totalizando 651.9 mil toneladas para entregas dos estoques atuais, safra 2010/11.

Comerciantes sugerem que o grão pode começar a reagir mais significativamente com a ameaça de estresse dos modelos de mapas climáticos para agosto, embora ainda ha dúvidas ou menor clareza sobre tais modelos, europeu e americano, mas passou a maior parte do dia em campo positivo.

Perticipantes dos mercados de grãos, estão neste momento com todos os olhos no milho e clíma para o fim de semana. Se previsões continuarem a chamar temperaturas mais elevadas em grande parte do centro-oeste do cinturão de grãos, a longo prazo comerciantes altistas devem manter o mercado bem apoiado sobre os temores de diminuição da produção. A lembrança ainda fresca, na memória da maioria dos comerciantes, das noites de verão mais quente do que normal em 2010, afastaram o potencial de rendimento dos grãos.

O processamento de soja na indústria norte-americana em junho totalizou 3,2 milhões de toneladas ante 3,27 mi de t em maio e 3,44 mi de tons em igual período de 2010, participação neutra sobre os preços do grão. Confira abaixo, fechamento oficial de soja e milho;

 

SOJA
Contrato - Mês Fechamento (US$ / Bushel) Variação
Agosto/11
13,82 00
+7,25
Setembro/11
13,79 75
+5,00
Novembro/11
13,84 00
+4,25
MILHO
Contrato - Mês Fechamento (US$ / Bushel) Variação
Setembro/11                6,90 75 +4,00
Dezembro/11                6,78 50 -1,25
Março/11                6,90 25 -1,50

quarta-feira, 13 de julho de 2011

GRÃOS- FECHAMENTO SEGUE EM ALTA COM MODELO CLIMÁTICO.

Problemas climáticos nos Estados Unidos sustentou alta na bolsa de chicago, o vencimento novembro subiu u$ 21cts, encerrendo o dia cotado a u$ 13,79 75bu.
Previsão de quente e seco para os proximos 11-15 dias em grande parte do centro-oeste do cinturão de grãos alavancou compras de especuladores e comerciantes em busca de proteção da possivel perda de produtividade em momento de polinização das plantas de milho, porém, chuvas favorecem o noroeste do meio oeste nesta semana.
As movimentação de hoje seguiu forte movimento iniciado ontem, após relatório mensal do departamento de agricultura dos eua- usda - indicando menor área plantada para milho e soja, quando os contratos de negociados para novembro atingiu o mais alto nivel desde 10 de Junho, é possível que algumas compras tiveram inspiração técnica.
Preocupações do calor em curso foram vistas em alguns modelos de previsões, que combinando com o discurso do Presidente do banco central -Fed- sobre o potencial estímulo à economia dos EUA adicionou compras especulativas nos mercados agrícolas. O dólar se enfraqueceu diante do comentário de estimulo, alocando algum suporte para soja e outros mercados.
A impressionante força do milho e trigo imperou sobre o mercado da soja. Comerciantes argumentam que os fundamentos do milho são mais rígidos, e que o tempo atual é mais crítico para a produção de milho em fase de polinização do que para soja. Dois terços da safra de milho dos E.U.A. deve estar na fase crítica de polinização de 15 a 30 de Julho. No entanto, vêr um longo período quente e seco pode estressar a soja para a fase mais crítica durante agosto, a conferir nos modelos dos boletions do clíma ao longo da semana.
SOJA
Contrato - MêsFechamento (US$ / Bushel)Variação
Agosto/11
13,74 75
+19,25
Setembro/11
13,74 75
+19,75
Novembro/11
13,79 75
+21,50
MILHO
Contrato - MêsFechamento (US$ / Bushel)Variação
Setembro/11               6,86 75+22,75
Dezembro/11               6,79 75+21,75
Março/11                6,91 75+21,00

terça-feira, 12 de julho de 2011

SOJA/MILHO-FECHAMENTO PREGÃO NOTURNO DESTA QUARTA FEIRA

 SOJA
Contrato - MêsFechamento (US$ / Bushel)Variação
Agosto/11
13,64 25
+8,75
Setembro/11
13,63 00
+8,00
Novembro/11
13,67 00
+8,75
MILHO
Contrato - MêsFechamento (US$ / Bushel)Variação
Setembro/116,72 75+8,75
Dezembro/116,63 75+5,75
Março/11 6,75 50+4,75

CONFIRA FECHAMENTO DO PREGÃO NOTURNO DE SOJA

Contrato - MêsFechamento (R$/saca(60 Kg)Variação (Pontos)
AGOSTO/1113,35 00-11,50
SETEMBRO/1113,35 75-11,00
NOVEMBRO/1213,35 75-11,25
MARÇO/1213,52 50-9,75
Dólar: 1,5825

segunda-feira, 11 de julho de 2011

SOJA/CBOT

Os contratos futuros de soja negociados na bolsa de chicago encerraram dia estável. O vencimento novembro, fechou cotado a u$ 13,47 bu, alta de u$ 0,50bu, após testar a máxima do dia em u$ 13,56 75.

A força inicial para alta dos preços da soja veio em parte, pelo anúncio da venda de 110 mil tons de soja americana para Chína, entrega 2011/12. O desequilibrio aconteceu na divulação do relatório de inspeções semanais dos EUA, onde a soja registrou intenção de vendas somente de 122,2 mil toneladas ante 141,5 mi tons ha uma semana. Para milho também ocorreu queda, registrados 804 mil toneladas ante 924,5 mil tons semana passada.

Um olhar através dos números de estoques chineses, alguns comerciantes chegaram à conclusão que a procura chinesa pode suavizar mais adiante, visto que a ordem prioritária é o controle inflacionário. Sábado foi divulgado inflação na China, registrou em junho sua maior alta em três anos 6,4%, maio o índice foi 5,5%.

A comércio de soja pode ter sido limitado hoje pelo próximo relatório USDA de amanhã, mas também é provável, que uma série de fatores baixista dos mercados externos (taxa de juros e moedas), contribuiram para segurar os preços dos grãos nesta segunda-feira, o temor na europa que os titulos soberanos da Itália, a 3 ª maior economia da zona do euro, seja contaminada pela Grécia pesou sobre os agrícolas.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

CBOT/GRÃOS SOBEM COM TEMOR CLIMÁTICO E RELATÓRIO USDA.

Apesar da influência negativa de outros mercados, os contratos de grãos na bolsa de chicago tiveram uma sexta feira positiva, liderado pelo mercado de milho. Os futuros terminaram a semana em forte recuperação com ganhos de dois dígitos, em torno de 40 centavos, na  preocupação sobre calor, dezembro terminou a 6,3700.
Comentários que a Chína precisa comprar grandes quantidades de milho -adquiriram este ano perto de 6 milhões de toneladas, dos quais, 2milhões somente nas últimas 2 semanas- desencadeando novas e fortes compras de comerciantes e especuladores, assim como ausência de vendedores, por conta do tempo quente e seco no periodo de polinização nos EUA nos próximos 6/10 dias.
Soja fechou a semana com ganhos sólidos que transformou a tendência negativa para neutra. Os futuros de soja terminaram hoje em alta de 6 a 8 centavos, o vencimento novembro com  aior movimentação fechou dia cotado a u$ 13,46 50 alta de  8,75 cts. Comerciantes altista se preparam para relatório usda na proxima semana, novas projeções de redução da área plantada de soja e milho serviu de combustivel para arrancada em busca do objetivo técnico de$13,50bu.                                                                                                 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

CBOT/GRÃOS EM ALTA POR PREOCUPAÇÃO COM APERTO DA OFERTA.

Os futuros da soja fecharam em alta hoje na bolsa de Chicago sustentados pelas preocupações com o aperto dos estoques devido a um plantio abaixo do esperado. O contrato novembro, referente à nova safra americana, teve alta de 19,25 centavos, ou 1,46%, para fechar cotado a US$ 13,3775 por bushel.
A expectativa no mercado é que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduza sua estimativa para a oferta no final da temporada 2011/12 quando divulgar seu relatório de oferta e demanda na próxima semana.
Os produtores plantaram uma área menor com a oleaginosa do que o esperado devido ao clima desfavorável e à melhor rentabilidade de outras safras. "A soja provavelmente terá um déficit no próximo ano, levando a uma alta dos preços em relação aos atuais", escreveram analistas do Goldman Sachs.
Os produtos derivados também finalizaram o dia com ganhos. A alta do petróleo também deu sustentação ao óleo de soja, assim como a fraqueza do dólar, o que torna os produtos norte-americanos mais atrativos para compradores estrangeiros.
O contrato dezembro do óleo subiu 124 pontos, ou 2,20%, para fechar a 57,63 centavos por libra-peso. O mesmo vencimento do farelo ganhou US$ 1,90, ou 0,55%, cotado a US$ 345,10 por tonelada.

MILHO SOBE PUXADA POR VENDAS À CHINA
A confirmação de vendas de milho para a China puxou os preços do cereal hoje na Bolsa de Chicago. A expectativa é de mais demanda chinesa. Os contratos mais negociados, com vencimento em dezembro, avançaram 7,0 cents ou 1,15% e fecharam a US$ 6,1550/bushel.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos informou hoje que exportadores privados venderam 540 mil toneladas de milho para China e outras 300 mil toneladas para destinos não informados, com entrega em 2011/12.
Qualquer atividade de venda de 100 mil toneladas ou mais de uma commodity feita em um único dia para um mesmo destino deve ser comunicada ao USDA até o próximo dia útil. Volumes inferiores devem ser relatados semanalmente.
O negócio foi confirmado após o anúncio, na semana passada, de que 1,1 milhão de toneladas de milho haviam sido vendidas para "destinos desconhecidos". Traders suspeitavam que a China era o destino em ambos os casos, pois o país aumentou as compras depois de uma queda dos preços. "Todas as vezes que os preços caem, você vai ver (chineses) como compradores", disse o analista Jim Gerlach, da corretora A/C Trading.

TRIGO FECHA EM ALTA NA ESTEIRA DO MILHO E DA SOJA
Os contratos futuros de trigo não apresentaram direção comum no mercado americano nesta quinta-feira, registrando ganhos em Chicago e perdas nas posições de curto prazo de Kansas City. Na CBOT, compras influenciadas pelos mercados de milho e soja puxaram as cotações. Os lotes para entrega em setembro, os mais movimentados, avançaram 7,50 cents ou 1,20% e fecharam a US$ 6,3450/bushel.
Na Bolsa de Kansas City o mesmo vencimento cedeu 2,50 cents ou 0,34% e encerrou a US$ 7,24/bushel. Tanto nessa bolsa quando em Minneapolis, os futuros foram pressionados por preocupações relacionadas à demanda para exportação, que pode enfraquecer por causa da competitividade com a região do Mar Negro, segundo traders. O Egito, maior importador mundial, comprou 180 mil toneladas de trigo da Rússia, em detrimento dos Estados Unidos.

CLIMA: TEMPERATURA PERMANECE BAIXA NO CENTRO-SUL.

Nesta quinta-feira (7), a massa de ar frio ainda atuará sobre a Região Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro, principalmente. Espera-se ocorrência de geada ampla no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul do Paraná, informa o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC. O sol predominará no centro-sul do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas da Região Sul e na faixa sul de São Paulo, haverá sol com variação de nebulosidade. Muitas nuvens e períodos com chuva fraca e isolada no leste e nordeste de São Paulo, no Rio, no sul e leste de Minas e em grande parte do Espírito Santo. Nas demais áreas de São Paulo e na faixa central do Mato Grosso do Sul o céu terá muitas nuvens, mas sem ocorrência de chuva.
Segundo o PTEC, entre o leste do Rio Grande do Norte e de Sergipe o tempo estará instável com aberturas de sol e períodos com chuva passageira. Sol, variação de nuvens e pancadas de chuva isoladas no centro-norte do Amazonas, do Pará, em Roraima, Amapá, centro-norte do Maranhão e do Piauí, no Ceará, demais áreas do Rio Grande do Norte, Paraíba e faixa norte de Pernambuco. Predomínio de sol e tempo seco no interior do País, principalmente, entre o Mato Grosso, Rondônia, sul do Pará, norte de Mato Grosso do Sul, em Goiás, Distrito Federal, centro-sul de Tocantins, sul do Maranhão e do Piauí e no oeste da Bahia e de Minas Gerais.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

SOJA: FRAQUEZA DA DEMANDA LIMITA GANHOS.

Os futuros da soja fecharam com pouca alteração hoje na bolsa de Chicago, uma vez que a fraqueza da demanda limitou qualquer tentativa de avanço. O contrato novembro, referente à nova safra norte-americana, subiu 0,50 centavo, ou 0,04%, para terminar cotado a US$ 13,1850 por bushel.
As exportações de soja dos EUA estão em um ritmo fraco uma vez que a China, maior importador mundial, se afastou do mercado. "A carência de demanda está pesando sobre a soja mais do que qualquer outra coisa no momento.
Traders também estão de olho nas previsões meteorológicas devido a preocupações com a possibilidade de que o clima pode ficar muito quente e seco para o desenvolvimento da safra nos proximos 6/10 dias. Entretanto, eles destacam que por enquanto ainda é muito cedo para se preocupar demais.                               Os produtos derivados também terminaram o dia praticamente estáveis, pois traders aguardam novidades que deem uma direção ao mercado.
O contrato dezembro do farelo avançou US$ 2,30, ou 0,67%, para US$ 343,20 por tonelada. O mesmo vencimento do óleo ganhou 18 pontos, ou 0,32%, cotado a 56,39 centavos por libra-peso.

MILHO CAI COM CLIMA MELHOR E DÓLAR FORTE.
Os preços futuros do milho caíram hoje na Bolsa de Chicago numa reação à melhora do clima em áreas de produção dos Estados Unidos e à força do dólar. Os contratos mais líquidos, com vencimento em dezembro, recuaram 4,0 cents ou 0,65% e fecharam a US$ 6,0850/bushel. O clima no Cinturão do Milho continua predominantemente favorável para o desenvolvimento da safra, que será colhida no outono do Hemisfério Norte. Traders estão acompanhando as previsões para obter sinais de que pode ficar calor demais, o que estressaria as lavouras e reduziria a produção.
A força do dólar pesou nos preços dos grãos e, segundo traders, o milho não foi capaz de avançar mais, embora o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) tenha confirmado um declínio expressivo dos preços na semana passada, o que atraiu a demanda do Egito e da Coreia do Sul. "O fato de que vimos alguma demanda aparecendo, especialmente no mercado de exportação, ajudou a estabilizar um pouco o mercado", comentou o analista Marty Foreman, da consultoria Doane Advisory Services.
O USDA afirmou que exportadores fecharam acordos para vender 120 mil toneladas de milho do ano passado para o Egito, e 225 mil toneladas para a Coreia do Sul. Mas traders de grãos ainda estão esperando uma confirmação das vendas para a China, em meio a rumores de que o país recentemente comprou 500 mil toneladas.
O relatório semanal de acompanhamento de safra do USDA, divulgado ontem, indicou que 69% da safra de milho apresenta condição boa a excelente, um ponto porcentual a mais do que na semana anterior e em linha com as expectativas dos analistas, mas a melhora na categoria excelente surpreendeu.

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