quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

SOJA/CHINA FECHA EM BAIXA COM APERTO DE CRÉDITO.

Os futuros da soja na Dalian Commodity Exchange terminaram em queda nesta quinta-feira, conforme preocupações sobre o aperto de crédito pelo governo estimularam realização de lucros. O contrato referencial de setembro recuou 1,2%, para 4.090 yuans por tonelada (6,82 yuans = US$ 1). O contrato abriu em alta, mas reverteu os ganhos por conta de repentinas vendas generalizadas.Segundo analistas, as vendas inicialmente ocorreram nos futuros do açúcar e espalharam para as commodities agrícolas em geral, levando as cotações da oleaginosa, do óleo e do farelo de soja a atingir o limite de baixa. Para eles, preocupações de que o governo apertará o crédito incentivaram traders a embolsar lucros após recente alta acentuada. O banco central da China informou na quarta-feira que irá manter a estabilidade de preço e gerenciar expectativas de inflação por meio das olíticas de crédito e de oferta de capital. Contudo, o pânico provocado pelas vendas generalizadas no setor agrícola logo diminuiu, com os futuros da oleaginosa distantes da mínima da sessão de 3.975 yuans por tonelada e consolidando-se em torno de 4.040 yuans por tonelada até o fechamento.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

SOJA/MILHO CBOT.

 

Milho e soja na bolsa de Chicago encontraram suporte nos preços em partes pelo congelamento no meio-oeste dos Estados Unidos paralisando a colheita de milho e reforçando as expectativas de demanda por farelo de soja, provenientes das fábricas de ração. Para vencimento março, a soja encerrou dia cotado a u$ 10,59 –2cts bu, 8 pontos acima da minima registrada no dia. Para milho, o fechamento de março foi positivo em 3 cts bu, a u$ 4,21 75. A empresa de análises privadas Informa Economics elevou hoje sua estimativa para a produção de milho em 2009 na China e na Argentina. A empresa espera que a safra chinesa some 160 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 5 milhões de toneladas em relação à estimativa de dezembro, diante das novas expectativas do Ministério de Agricultura da China.

Segundo analistas, a mais importante influência baixista é a preocupação com a demanda para exportação de grãos. Além disso, a expectativa de grandes safras no hemisfério Sul está pesando sobre as cotações. Comerciantes da Argentina informaram hoje, vendas de 2 navios de soja com destino à China, há rumores de venda de 1 navio de soja brasileiro para mesmo destino.

Condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da soja no Brasil e Argentina permaneceram potencialmente promissoras, pesando sobre os preços do milho e soja ao longo do dia, embora houvesse algumas preocupações após as chuvas no cinturão agricola da Argentina, nos inundados campos de soja. A empresa de análises privadas Informa Economics elevou hoje sua estimativa para a produção de milho em 2009 na Argentina, de acordo com a projeção da Informa, deve totalizar 15,5 milhões de toneladas. Trata-se de um aumento de 2,5 milhões de toneladas ante o mês anterior, por causa de uma área plantada maior do que se esperava antes.

Colheita de soja brasileira iniciou-se em áreas precoces e agricultores no país são susceptíveis de acelerar a colheita nos próximos dias para beneficiar-se dos prémios de preço para entregas imediatas. Em Mato grosso, no municipio de lucas do rio verde a colheita avançou próximo de 8%, em mutum 3% e sinop 2%.

Petróleo e dólar e metais não davam orientação de direção ás commodities agricolas até divulgação do relatório baixista de estoques. Os contratos futuros de petróleo avançaram acima de US$ 83 por barril, uma vez que o breve declínio em reação ao surpreendente aumento nos estoques comerciais de petróleo e gasolina nos EUA foi visto pelos comerciantes e especuladores como uma oportunidade de compra. (petróleo influencia muitas vezes na formação de preços de grãos devido à sua utilização na tomada de combustíveis alternativos, como óleo de soja e etanol de milho).

CBOT- CHAMADA ESTÁVEL PARA SOJA .

A soja deve abrir estável esta manhã, com o mercado exterior promovendo novas orientações. Coréia do Sul comprou 918.000 sacas de grãos não-transgênicos dos Estados Unidos, mas os mercados de exportação do contrário amanheceram calmos.
Argentina está tendo fortes chuvas desta manhã, o que poderia complicar a atrasos no plantio de algumas das coisas que se espera ser uma safra recorde. O resto da semana deverá ser seco antes de outra rodada de chuvas no início da próxima semana. Não são esperados problemas no Brasil.
Entregas de soja em janeiro ficou em 789 lotes, hoje, com base permanecendo abaixo ao longo do rio Illinois. Entregas de óleo de soja continuam pesados, embora os preços de óleo vegetal continuam a ser trabalhados mais na Ásia. Òleo de Palma atinge sete meses de elevações na Malásia, ganhando cerca de 1%, e de palma e óleo de soja também aumentou na China .

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

SOJA CBOT ENCERRA COM MODESTOS GANHOS.

Os futuros da soja negociados na bolsa de Chicago fecharam em modesta alta nesta terça-feira, com suporte dos mercados externos. A desvalorização do dólar forneceu algum impulso nas compras, investidores otimistas buscam ampliar os ganhos registrados na véspera. Um trader afirmou que os participantes do mercado estão atentos para vender, pois esperam o balanceamento de posições de fundos de índices, de modo que haverá mais compradores no fim da semana. Os traders disseram que não sabem se e quanto os fundos comprarão, e que parece que algumas compras já foram efetuadas. A demanda de exportação permanece firme e é um importante fator de sustentação para o mercado, apesar de rumores de possiveis cancelamentos de embarques de soja americana destinada a China para próximos meses, em substituição à entrada da safra latino americana. Os fundamentos de oferta parecem pessimistas, previsões que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) eleve a produtividade da safra 2009 em seu relatório de 12 de janeiro. Comerciantes Argentinos conversaram sobre vendas de 2 cargos de soja para China ontem, se repetindo outro navio hoje, alimentaram vendas a futuro, limitando os ganhos após abertura positiva. O fechamento do vencimento março teve alta de 3cts cotado a u$ 10,61 bu.

SOJA DEVERÁ ABRIR EM ALTA 3/5 CTS.

A soja deve abrir mais de 3 a 5 cts, o mercado tenta recuperar o impulso de alta de ontem após teste da resistência gráfica, fazendo realização de lucro, em conjunto das noticias de exportação, mas sobreviveu a tentativa de quebrar o mercado noturno. Inspeções de exportação caiu drasticamente a partir da semana anterior, mas sazonalmente as vendas foram dignas de 876,3 mil toneladas, com a China sendo principal compradora tendo 57% do total registrado.
Fundo operadores aumentaram um pouco mais suas apostas na alta da soja, principalmente na última semana, segundo o relatório de segunda-feira CFTC/CBOT.
Apenas chuvas fracas estão aparecendo na Argentina na manhã de ontem depois de tempestades, mais chuvas é esperado para final da semana. Boa cobertura também é esperado no Brasil.
Preços do óleo de palma na Malásia subiu no rali do petróleo ontem.  Entregas de óleo de soja em Chicago continuam enormes em 5760 lotes.
FARM FUTURES - MÁRIO MARIANO

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

MILHO: EMBARQUES PARA EXPORTAÇÃO CRESCE 22,3%

As exportações de milho em dezembro totalizaram 1,319 milhão de toneladas, aumento de 21,3% em relação a 1,087 milhão de toneladas embarcadas em novembro passado. Entretanto, na comparação com dezembro de 2008, quando foram exportadas 1,366 milhão de toneladas, houve uma queda de 3,4%. Os números foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic).
No acumulado de 2009, os embarques de milho cresceram 22% para 7,8 milhões de toneladas, ante 6,4 milhões de toneladas embarcadas em 2008. O número da Secex ficou abaixo da projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no relatório de dezembro, que apontava exportações de oito milhões de toneladas do cereal no ano. O número ainda reflete o impacto dos leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP), realizados pelo governo neste ano. Na operação, é concedida subvenção ao frete da região produtora até os portos. Apesar do aumento em relação em novembro, os embarques não superaram a marca de 1,328 milhão de toneladas, registrada em janeiro de 2009, período em que as exportações também foram beneficiadas por leilões de apoio ao escoamento do final de 2008. A receita obtida com as exportações de milho em dezembro subiu 40% para US$ 237,3 milhões, ante US$ 174,6 milhões registrados em novembro. Na comparação com o mesmo mês de 2008, quando a receita totalizou US$ 248,2 milhões, houve uma retração de 4,4%. O valor médio do cereal embarcado em dezembro ficou em US$ 179,80/tonelada, ante US$ 160,50/tonelada em novembro. Já em dezembro de 2008, o preço médio estava ligeiramente mais alto, em US$ 181,70/tonelada.

CBOT-SOJA/MILHO.

Os preços internacionais da soja na bolsa de Chicago começaram a semana com forte valorização, puxados por compras de especuladores. O contrato com vencimento em março, subiu até 26 cents cotado a US$ 10,74 75/bushel. A influência de outros mercados está servindo de catalisador para a alta, o dólar se enfraquece (desvaloriza-se), ante uma cesta de moedas e dá força à maioria das commodities, o petróleo tem forte demanda baseada no frio europeu e americano(alta de 2,43% u$ 81,34barril), ouro + 1,91% a 1.117,00 onça troy.

Uma iniciatiava de vendas arrastaram novos participantes ao mercado embolsando os ganhos do dia, indicações particulares de produção de soja latino americana, próximo de 127 milhões de toneladas a serem colhidas. Para Brasil, estima-se 66 milhões de tons, para Argentina 53 milhões de tons, Paraguai 6,8 mil tons e Uruguai 1,6 milhões de tons. Outro catalisador foram as frustradas vendas de soja americana. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou o resultado das fracas inspeções semanais de exportação de grãos para a semana encerrada na última quinta-feira (31). Foram registradas 877,3 mil tons, ante 1,6 milhões de tons na semana anterior. O relatório também mostra o volume acumulado de 20,03 milhões de toneladas dos embarques americanos de grãos do atual ano-safra, iniciado no dia 1º de setembro de 2009.

Os contratos futuros de milho também estão encontrando suporte nos outros mercados, à medida que esperam reposicionamento de fundos. Entretanto, recuaram no meio do dia, em meio a vendas de empresas comerciais, mas continuam em alta. Traders disseram que as vendas começaram quando o mercado falhou em manter os ganhos no nível mais alto do intervalo que vem ocupando recentemente. O vencimento março chegou a romper a resistência nos US$ 4,25/bushel e registrou US$ 4,26/bushel, mas não viu ordens automáticas de compra. A expectativa de que fundos venham a balancear seus portfólios está sustentando os ganhos. Por causa de tendências sazonais, os preços podem sofrer ainda mais pressão. "Os fundos podem comprar tudo o que querem, mas provavelmente estamos num nível de preços em que começaremos a deslizar. A desvalorização do dólar e a alta dos preços do petróleo, entretanto, vêm apoiando a maioria das commodities. Traders lembraram que o clima frio nos Estados Unidos também vem sendo fator positivo para as cotações do milho, além disso, produtores não desejam vender neste momento, pois esperam ganhos maiores. A produção de etanol nos Estados Unidos ficou em alta em outubro de 2009 com 740,000 barris por dia. Isso foi um aumento de 93,000 barris por dia desde outro de 2008. A demanda de etanol também alcançou o total de 767,000 de barris por dia em outubro. A média de demanda do etanol é de 692,000.

CHUVA DEVE SE CONCENTRAR NO C-O E SE NOS PRÓXIMOS 15 DIAS.

Esta primeira semana de 2010 deve ter chuvas no Sul, Sudeste, Centro-Oeste, no Norte do Brasil. Em contrapartida, as precipitações diminuem na região Nordeste, conforme previsões da Somar Meteorologia. Durante os próximos 15 dias, os maiores volumes devem se concentrar sobre as Regiões Centro-Oeste e Sudeste. No entanto, também há previsão de chuvas para o Sul do Brasil e para o sul da Região Nordeste. "Essa condição de chuva representa um padrão típico de ano de El Niño, com os episódios de chuvas irregulares, mas atingindo maiores regiões e diminuindo assim o risco de problema climático (escassez ou excesso) de grandes proporções e duração", diz o sócio diretor da Somar, Paulo Etchichury.

Safra Verão 2010
A chuva registrada nos últimos sete dias mostrou uma boa distribuição e, em geral, favorece o desenvolvimento das lavouras de verão do Brasil. Nesta época do ano os maiores volumes normalmente se concentram nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste, por causa da atuação das frentes frias associadas à umidade da Amazônia. As fortes chuvas do fim de ano sobre o Rio de Janeiro e em São Paulo também tiveram a contribuição das águas do Oceano Atlântico mais quentes do que o normal próximo da costa desses Estados, explica Etchichury.No período, também foram observadas precipitações nas áreas de soja, milho, algodão e feijão da Bahia, Maranhão e Piauí, que desde novembro vinham apresentando chuvas muito irregulares.
Já no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, se observou uma redução das chuvas, mas que não causa preocupação em virtude do período chuvoso de novembro. No Paraná, também se observa uma redução dos volumes. Em geral, dezembro encerrou com condição favorável, informa a Somar.
O ano começa com uma boa condição de umidade do solo sobre as principais regiões produtoras do Brasil. Apenas sobre parte do Nordeste do Brasil, incluindo o sertão e o agreste, e também no extremo Norte do Brasil, é que o porcentual de água disponível no solo é crítico. No entanto, essas regiões ainda atravessam período normalmente seco, observa Etchichury.

Argentina
No fim do ano voltou a chover na Argentina. Nos últimos sete dias, o acumulado de chuvas variou entre 30 e 100 mm sobre grande parte do território argentino, informa a Somar. Além do registro de chuvas no sul, que ainda sofre com uma forte seca, as chuvas da virada do ano beneficiaram principalmente a região do Pampa Úmido, que é a principal região produtora de grãos da Argentina, informa Etchichury.Choveu entre 50 e 100 mm no norte e leste da Província de Buenos Aires, Entre Rios, Santa Fé e no sul de Córdoba, que começam ano com uma recuperação da umidade do solo e oferecem condições bastante satisfatórias para o desenvolvimento das lavouras de milho, soja e pastagens.
Conforme previsão da Somar, a rápida passagem de uma frente fria ainda deve causar chuvas entre hoje e amanhã sobre a Argentina. No entanto, elas devem ser irregulares e de baixo volume e atingir mais as partes leste e norte da Argentina.Segundo Etchichury, a tendência para a primeira quinzena de 2010 é que as chuvas diminuam sobre todo o território argentino, que passa a enfrentar dias com predomínio de sol e forte calor. "Lembramos que a presença do El Niño deve contribuir para reduzir o risco de voltar a ocorrer um novo período seco de longa duração", conclui o sócio diretor da Somar.

CÂMBIO SERÁ PREOCUPAÇÃO EM 2010.

O comportamento do câmbio será uma preocupação para o agronegócio durante 2010, de acordo com a coordenadora da Área Econômica da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rosemeire dos Santos. Segundo ela, a preocupação é legítima porque o setor é eminentemente exportador. O risco é o descasamento entre custos e receitas, como ocorrido em 2005. Ela acrescenta que "o cenário macroeconômico não permite muitas alternativas de incentivo à exportação, sem mexer no câmbio". O Brasil não tem poupança capaz de sustentar uma desvalorização cambial. Outra alternativa seria o governo cortar gastos, o que parece pouco provável em ano de eleições.
No entanto, o governo estuda medidas para estimular o setor exportador. Indiretamente, a cobrança de IOF nas operações com recursos externos que entram para renda fixa e ações foi um paliativo contra a apreciação do real. "Quarentena para a entrada de dólar e linha de crédito para capital de giro" são algumas medidas que podem ser estudadas, observa ela. A especialista prevê dificuldades para exportação do complexo soja, "por causa da sobreoferta do produto no mundo". Brasil, Estados Unidos e Argentina devem produzir, juntos, recorde de cerca de 252 milhões de toneladas da oleaginosa. "O câmbio nos Estados Unidos, com o dólar desvalorizado, deve permitir um avanço da exportação norte-americana sobre a fatia brasileira no mercado", comenta ela. Na avaliação da CNA, no entanto, o ritmo da exportação e os preços de mercado dependerão do crescimento mundial, do volume de compras da China e, ainda, da forte atuação dos fundos de commodities.

A exportação de milho pode crescer, em virtude da menor oferta norte-americana. Segundo a CNA, os Estados Unidos devem aumentar o uso do grão para produzir etanol. Em 2009, o consumo de milho no mercado norte-americano cresceu 23% e é esperado novo salto de mais 15% em 2010. Outro fator positivo é o aumento no consumo mundial de petróleo. Se o preço do óleo aumentar, sobe também o valor pago pelos biocombustíveis, como o etanol de milho.


O setor de proteína animal (carne bovina, suína e de frango) pode se recuperar parcialmente do fraco desempenho de 2009, com previsão de crescimento de 4%, em volume e receita. O setor foi um dos mais prejudicados pela crise, que provocou retração nos preços internacionais. "Parte do problema foi contornada com absorção do produto no mercado interno, via aumento da renda da população", salienta Rosemeire. Um fator positivo para a sustentação dos preços são os números divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que projeta queda na produção mundial de carne bovina de 0,7% no próximo ano, refletindo a redução da produção em países exportadores, como Argentina e Austrália.

O desempenho do algodão deve ser favorecido pela queda na produção. A safra mundial projetada pelo Comitê Consultivo Internacional do Algodão (ICAC) é de 103 milhões de fardos, ante 108 milhões na safra 2008/09. A estimativa de consumo mundial é de 108 milhões de fardos, o que sinaliza tendência de demanda fortalecida pelo produto.

MÁRIO MARIANO

domingo, 3 de janeiro de 2010

CBOT-1º pregão noturno de 2010 em alta.

No primeiro pregão noturno da CBOT em 2010, todas commodities agrícolas iniciaram em alta. Para soja, o vencimento março registrou preço máximo na 1ª hora da sessão, a u$10,62 50 em alta de 13,75 cts/bu, (equivalente a u$ 0,30cts saca 60 kgs). No milho, o vencimento março registrou maior preço a u$ 4,19 75 + 5,25 cts/bu.

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