quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

CÂMBIO-GOVERNO TOMARÁ MEDIDAS SE HOUVER EXCESSO DE VOLATILIDADE.

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, afirmou que o governo está atento ao movimento no mercado de câmbio e poderá adotar medidas se considerar que há um excesso de volatilidade. Segundo ele, o Fundo Soberano do Brasil (FSB) já está pronto para operar e pode ser um instrumento importante para conter uma volatilidade excessiva do câmbio. "Estamos sempre analisando, porque é uma questão preocupante. Não foi bom para o País o nível de volatilidade que tivemos no passado", afirmou o secretário. Ele lembrou que, nesta semana, foi concluída a fase de regulamentação do Fundo, com a nomeação do Conselho Deliberativo, formado pelo Banco Central, Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento. Arno Augustin disse não acreditar que haverá divergências entre a Fazenda e o BC na definição sobre o uso dos recursos do Fundo. Ele afirmou que as decisões do Conselho Monetário Nacional (CMN), formado pelos três órgãos, sempre são unânimes. "O governo vai continuar tendo unidade", disse Augustin. O FSB tem hoje uma reserva de R$ 16,4 bilhões.

SOJA: CHICAGO OSCILA NOS DOIS SENTIDOS E FECHA COM PERDAS

Os contratos futuros de soja encerraram a terça-feira com desvalorização na Bolsa de Chicago. O interesse pelas compras se manteve forte no início do dia e resultou em alta significativa, mas se esgotou ao longo da sessão. Posição mais líquida, o contrato maio caiu 9,50 cents ou 0,98% e fechou a US$ 9,5950/bushel.
Traders observaram que os preços caminharam nos dois sentidos e chegaram a atingir a maior cotação em cinco semanas. No entanto, a resistência técnica nas principais médias móveis limitou a escalada dos preços. O mercado não atraiu mais compras e os futuros acionaram ordens automáticas de venda. A apreciação do dólar frente a uma cesta de moedas também serviu de âncora para os preços da maioria das commodities.
Os futuros sentiram também a pressão dos fundamentos, já que se espera uma safra recorde na América do Sul. Isso criaria maior competitividade no mercado internacional. Além disso, aumentam os temores de que uma primavera úmida nos Estados Unidos venha a estimular o plantio de soja, em detrimento do milho, que costuma ser plantado antes. Analistas comentaram que, no início do pregão, os futuros foram impulsionados pelo cancelamento de entrega de soja. Esse movimento fortaleceu ideias de que a oferta é apertada no curto prazo.Estima-se que fundos especulativos tenham vendido cerca de 5 mil lotes em soja, 2 mil em farelo e 3 mil em óleo de soja. Veja abaixo como ficaram as cotações do complexo soja em Chicago.

SOJA/ARGENTINA: SAFRA RECORDE SOMARÁ 52,5 MI/TONS.

A produção de soja da Argentina no ciclo 2009/10 atingirá o novo recorde de 52,5 milhões de toneladas, afirmou ontem a
Bolsa de Grãos de Rosário. Em sua projeção anterior, a bolsa havia estimado que a safra resultaria em 50,8 milhões de toneladas. A
Argentina é o terceiro maior produtor mundial de soja, atrás apenas de Estados Unidos e Brasil, e principal exportador de farelo e óleo de
soja. Com expectativa de grande produtividade e uma área plantada 11% maior no ano, de 18,7 milhões de hectares, a produção provavelmente
superará o recorde anterior (48,8 milhões de toneladas), visto na temporada 2006/07 - de acordo com a bolsa.
Fortes chuvas nas últimas semanas impulsionaram o desenvolvimento da safra, embora alguns campos tenham enfrentado alagamentos,
com chance de prejuízos causados por pragas. A preocupação é de que haja ataques de fungos. "Embora haja monitoramento e controle
cuidadosos, ainda é muito cedo para determinar a proporção disso sobre a produção final", explicou a Bolsa de Rosário. Alguns analistas
esperam que a Argentina produza mais de 55 milhões de toneladas de soja nesta temporada, mas temem que as chuvas pesadas sejam
também excessivas e prejudiciais.

EXCESSO DE ÚMIDADE SUSTENTA PREÇOS NA CBOT.

Milho e soja sobem em Chicago devido as inundações causada por chuvas acima da média e queda de neve que podem atrasar o plantio nas principais áreas dos E.U.A o maior exportador do mundo das duas commodities. O empossamento de água e neve na extensa parte do meio-oeste  matém as preocupações sobre o potencial de inundação da Primavera", disse ontem o Departamento da Agricultura-USDA- no seu boletim semanal. A maior parte do Cinturão do Milho, incluindo Iowa e Illinois está "excessivamente molhada" depois de mais do dobro da quantidade normal de chuva e neve de outubro a fevereiro, segundo a meteorologista agrícolas Gail Martell, diretor de Projeções Martell Crop em Whitefish Bay, Wisconsin. A preocupação com tempo chuvoso em áreas de cultivo deu um impulso breve para os preços do milho. Em algumas partes do oeste do cinturão de milho, onde a neve tem estado no terreno desde dezembro nevascas, alguns registros de queda de neve sazonal estão correndo risco de atrasar os trabalhos de semeadura. 
Previsão de plantio  de milho este ano são de 89 milhões de acres, + 2,9% em comparação a 2009, para soja, prevê-se plantio em 77 milhões de hectares, contra 77,5 milhões um ano antes, disse o departamento de agricultura dos EUA em 19 de fevereiro em um relatório.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

CHICAGO FECHA EM ALTA COM COMPRAS ESPECULATIVAS.

 Os preços futuros da soja subiram ontem na Bolsa de Chicago. O contrato mais negociado, com vencimento em maio, terminou o pregão com ganho de 14,50 cents ou 1,52%, cotado a US$ 9,69 por bushel. Analistas atribuíram a valorização a compras de especuladores associadas a preocupações com a safra sul-americana e a indicadores técnicos positivos. Os fundos compraram um volume estimado em 5 mil contratos de soja, mil de farelo e 2 mil de óleo. Grande parte dessa compra foi para cobrir posições vendidas anteriormente, o que reflete a percepção de que os preços já atingiram um piso para o curto prazo. O leve recuo do dólar ajudou a sustentar o movimento. As preocupações com o impacto do grande volume de chuvas sobre a qualidade da safra na Argentina e a colheita no Brasil alimentaram especulações sobre possíveis perdas na safra sul-americana. Contudo, os traders têm realmente poucas notícias a que se apegar neste momento. Apesar de algumas incertezas, a expectativa de que a região vai colher uma safra recorde persiste. Os preços permanecem confinados dentro de uma faixa, sustentados pela demanda firme nos Estados Unidos. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que inspecionou o embarque de 952,36 mil toneladas na semana terminada na última quinta-feira, volume que ficou no topo das expectativas do mercado. Os derivados de soja também fecharam a segunda-feira em alta, acompanhando o desempenho do grão. Os futuros de farelo também foram impulsionados por compras técnicas e pelo receio quanto ao aperto na oferta para o curto prazo. O mercado de farelo ganhou força dentro do complexo soja. Os contratos de óleo também se valorizaram, embora tenham registrado um desempenho mais modesto diante da alta tímida do petróleo.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

SOJA/ARGENTINA: SAFRA DEVE SER RECORDE, MAS CHUVAS PREOCUPAM.

A Argentina está prestes a ver uma safra recorde de soja nesta temporada e, embora a expectativa seja de que novas chuvas favoreçam a produção, há preocupações sobre eventuais problemas causados pelo excesso de umidade. A colheita deve começar no próximo mês e o clima chuvoso pode provocar o desenvolvimento de pragas e atrasar o trabalho das máquinas no campo. O país é o terceiro maior exportador mundial de soja, atrás apenas de Estados Unidos e Brasil, e lidera a exportação de farelo e óleo de soja. Alguns analistas avaliam que a produção será superior a 55 milhões de toneladas neste ano-safra, um aumento de 73% em relação à safra anterior, que foi abatida pela seca. Além disso, seria 13% maior do que o antigo recorde.
Mas o vice-presidente da corretora Panagricola, Ricardo Baccarin, afirma que a incidência de chuvas ao longo da região dos Pampas, com possibilidade de precipitação maior do que a média no fim da temporada, formaria "um clima muito estressante" que pode afetar a produtividade. A colheita costuma evoluir até julho. Baccarin espera produção de 51 milhões de toneladas, ainda um novo recorde, mas significativamente abaixo de outras previsões.
O analista da Granar S.A., Adrian Seltzer, acredita que a safra de soja será maior, com 53,4 milhões de toneladas, "caso as doenças associadas à alta umidade não se espalhem muito no fim da temporada". O analista Francisco Mariani, da empresa de serviços agrícolas Lartirigoyen, é ainda mais otimista, pois espera ver 55,3 milhões de toneladas. No entanto, ele também demonstrou preocupação a respeito de um eventual atraso na colheita provocado pelas chuvas. Mariani entende que a infraestrutura será muito forçada pela grande safra. Ele acredita que o grande problema durante a colheita será a oferta limitada de colheitadeiras e caminhões, pois o clima pode causar bloqueios de estradas rurais e dificultaria o transporte. "Existe potencial para uma safra enorme, mas ela ainda está em risco", opinou. Apesar das preocupações, até o momento tudo parece evoluir normalmente."A safra está em condições de muito boas a excelentes na grande maioria das lavouras. Dentro de um mês, a produtividade será determinada", disse Mariani. Enquanto isso, a safra de milho também está em boas condições, fortalecida pelas chuvas em importantes períodos de crescimento. A Argentina é o segundo maior exportador de milho. De acordo com o Ministério de Agricultura, a produção total de milho neste ano poderá atingir de 19 a 21 milhões de toneladas. A maioria dos analistas prevê algo entre 19 e 20 milhões de toneladas. Isso representa um aumento significativo na comparação com as 12,6 milhões de toneladas do ciclo passado.

SOJA - COLHEITA EVOLUI MENOS QUE O ESPERADO.

Com base no nosso acompanhamento semanal de desenvolvimento da safra de soja 2009/10, referente ao dia 19/02, aproximadamente 18,0% da área plantada com a oleaginosa já havia sido colhida no brasil, ante 15,0% da semana passada e 12,0% observado no mesmo período da campanha agrícola anterior. Verificou-se um volume acumulado de precipitação no território nacional, que conseqüentemente contribuiu em localidades cuja colheita sofreu algum atraso. Na região sudeste 10% colhido ante 3% há uma semana, Minas gerais com 9% comparado com 2% em 12/2, São paulo colheu 12% ante 4% em 12/2. A região sul colheu 9% X 7% há uma semana e 6% em 2009, Paraná 18% X 15% ha uma semana X 11% em 2009. Região centro-oeste colhido 32% contra 27% em uma semana  e 22% em 2009, Mato grosso com 37% ante 32% e Mato grosso da sul 10% ante 8% em uma semana, Goiás avançou para 36% em comparação aos 28% em uma semana e 21% em 2009.
Para a comercialização, os negócios evoluíram à medida que avançou os trabalhos de colheita. Até o momento estima-se que 30,0% da produção de soja 2009/10 foi comprometida, ante 28,0% da semana passada e 34,0% observado no mesmo período de 2009. Para esta semana, as expectativas estarão voltadas para o desempenho da demanda internacional por soja, principalmente em relação ao “apetite” das importações chinesas após as comemorações do Ano Novo Lunar.
 Doméstico
No mercado doméstico brasileiro, as cotações da soja permaneceram em declínio na última semana. As vendas estão acontecendo de acordo com a necessidade de capital por parte do produtor e diante o avanço no processo de colheita.Na média das praças pesquisadas pela Céleres, a soja no disponível registrou queda de 1,2% ante o preço reportado na sexta-feira da semana anterior. Em relação ao mês passado, revelou queda de 12,6%. Quanto aos prêmios de exportação, a posição março/10 trouxe ágil sobre os preços de Chicago de US$ 0,45/bushel para venda e US$ 0,40/bushel para compra. Já para o vencimento abril/10, a referência foi de US$ 0,05/bushel na compra e US$ 0,10/bushel na venda.

MATO GROSSO PREVÊ MENOR RENTABILIDADE DA SOJA EM 3 ANOS.

A rentabilidade da soja na safra 2009/10 deve ser a menor dos últimos três anos. A expectativa é do presidente da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Glauber Silveira. Ele acredita que o produtor que conseguir colher 50 sacas de soja por hectare nesta safra estará empatando com o custo de produção, que foi menor em virtude da queda de preços dos fertilizantes. Silveira diz que a economia nos gastos com adubo foi anulada em parte pelo aumento dos gastos com o controle da ferrugem, pois a média de aplicações aumentou nesta safra, passando de duas e meia para até quatro aplicações de fungicida. Outro fator que corrói as margens do agricultor é o frete. No caso da soja com origem em Sorriso, o frete até Paranaguá teve leve alta de 2,7% em reais em relação ao início da safra passada (de R$ 185/t em fevereiro/09 para os atuais R$ 190/t). Em virtude da queda de 37% no preço do grão (de R$ 39,50/saca em fevereiro/09 para os atuais R$ 25,50/saca), o peso do transporte no preço final da commodity passou de 28% para 46%. No ano passado, de cada 50 sacas produzidas por hectare, o produtor de Sorriso gastava 14 sacas para transportar a soja até Paranaguá, levando em conta o valor do frete deduzido pelas tradings nos cálculos dos preços com base na paridade de exportação em relação às cotações na Bolsa de Chicago.Nesta safra, o frete equivale a 22 sacas de soja. Além da questão do estreitamento das margens, a Aprosoja prevê uma redução na produtividade da oleaginosa.
Nos levantamentos de campo junto aos dirigentes regionais da entidade e produtores rurais, a Aprosoja constatou que o rendimento deve ficar na faixa dos 49 sacas por hectare, por causa da incidência da ferrugem e do excesso de chuva que atrapalhou a colheita em janeiro e na primeira quinzena deste mês. Silveira diz que algumas tradings estão relutando em receber lotes de soja com altos porcentuais de grãos ardidos por causa do excesso de umidade. Dados mais concretos estarão disponíveis nos próximos dias, pois na próxima quinta-feira (25) o Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgará mais uma estimativa de safra da soja e a partir de hoje duas equipes do Rally da Safra percorrem ao longo da semana os principais polos agrícolas de Mato Grosso para vistoriar o avanço da colheita e mensurar, por amostragem em campo, a produtividade das lavouras.

FORTE CALOR E CHUVA IRREGULAR MARCAM MÊS DE FEVEREIRO

O mês de fevereiro se caracteriza, até o momento, por apresentar um padrão de forte calor, chuvas irregulares e, em geral, abaixo da média climatológica em grande parte do Brasil, segundo avaliação da Somar Meteorologia. Apenas nos Estados da Região Sul é que as chuvas estão acima da média, o que está associado à presença do El Niño, a Somar. Já o Nordeste é a região que, no momento, enfrenta a situação mais crítica em relação à falta de chuva, que se estende até o norte de Minas Gerais e o Espírito Santo. Essa área praticamente não registrou precipitação em fevereiro, completando mais de 50 dias sem chuva significativa. Nas áreas das lavouras de soja e algodão do extremo oeste da Bahia, extremo sul do Piauí e sul do Maranhão, no entanto, se observam alguns registros de chuvas isoladas que, mesmo abaixo da média, ainda dão sustentação ao desenvolvimento das lavouras. De acordo com a Somar, no momento, as regiões mais críticas pela falta de umidade no solo incluem o norte de Minas Gerais, Espírito Santo e grande parte da Região Nordeste. A boa notícia é que para essas regiões há previsão de chuva para o fim de fevereiro e início de março, comenta Etchichury. Para grande parte do Brasil, as condições de umidade do solo se mostram suficientes para dar sustentação às lavouras de verão que estão na fase final do ciclo produtivo, assim como para a implantação e desenvolvimento da lavoura do milho safrinha.
Previsão
A indicação de chuvas para o fim do mês deve interromper estiagem sobre o Sudeste e Nordeste do Brasil. Segundo a Somar, mais uma vez a semana começa com a propagação de uma frente fria sobre o Rio Grande do Sul. Essa frente fria também deve organizar chuvas de forma mais generalizadas sobre os Estados do Centro-Oeste e Sudeste no decorrer da semana.
Para o fim de fevereiro e início de março, os modelos de previsão de tempo mantêm o indicativo de uma mudança do padrão climático, com a frente fria avançando até Minas Gerais e sul da Bahia, o que deve favorecer a ocorrência de precipitações de forma mais amplas sobre o interior da Região Nordeste. Mesmo com a previsão de chuva para os próximos dias, o calor continua em grande parte do Brasil. No entanto, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina ocorre um ligeiro declínio da temperatura entre quarta e sexta-feira, embora já no próximo fim de semana as temperaturas voltem a subir. No Sudeste e no Centro-Oeste o avanço da frente fria pode contribuir para uma redução do calor extremo da tarde mas, em geral, as temperaturas noturnas permanecem elevadas, informa Etchichury.
Argentina
O mês de fevereiro tem sido chuvoso nas principais regiões produtoras da Argentina. Segundo dados da Somar, foi observada a ocorrência de chuvas sobre as principais regiões agrícolas, com totais variando de 100 a 400 mm. Os maiores volumes se concentraram na Província de Entre Rios e inclui as Bacias Hidrográficas dos Rios Paraná e Uruguai, resultando assim em enchentes na Bacia do Prata, incluindo a região de Buenos Aires. Conforme a Somar, os volumes diminuem sobre a Argentina, depois de uma semana com chuvas frequentes. A previsão para as próximas duas semanas é de uma redução dos índice pluviométricos sobre grande parte do território argentino. As frentes frias, diferentemente do observado na última semana, passam a atuar mais ao norte (sobre o Brasil), com as chuvas ficando restritas às províncias do norte e nordeste, devendo diminuir sobre o centro e sul do país.Com relação ao calor, as condições não mudam muito, prevê a Somar. Mesmo depois de pequenas oscilações na temperatura, a previsão é o calor se intensificar mais para o fim da semana.

SOJA- CHINA SOBE 1%.

Os contratos futuros da soja na bolsa da China, terminaram em alta nesta segunda-feira, acompanhando um forte avanço dos mercados externos. O contrato referencial de setembro fechou com ganho de 1%, cotado a 3.816 yuans por tonelada (6,82 yuans = US$ 1).
Uma alta acentuada nos segmentos de metais e de energia, no primeiro dia de negociações após uma pausa de uma semana para o feriado do Ano Novo Lunar, ajudaram a impulsionar o sentimento com relação aos produtos agrícolas, disseram analistas. As cotações da oleaginosa na Chicago Board of Trade (CBOT) subiram levemente durante o recesso na China. Contudo, a previsão de uma produção recorde na América do Sul continua pressionando os preços da commodity, acrescentaram as fontes.Preocupações sobre mais aperto no crédito doméstico incentivam o mercado a prever um aumento na taxa básica de juro do país ainda em março, depois de Pequim elevar o compulsório bancário antes do feriado, segundo aumento do tipo neste ano. "A mudança para uma política monetária mais apertada pressionará mais os futuros das commodities comentou um analista local da corretora Tianma Futures.

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