sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

SOJA/CHINA FECHA EM ALTA.

Os preços da soja na Dalian Commodity Exchange (DCE) terminaram em alta nesta sexta-feira, corrigindo declínios acentuados nas duas últimas sessões. Contudo, novos ganhos podem ser limitados pela alta das importações em novembro e pela possibilidade de subirem ainda mais. O contrato referencial de setembro da  fechou com alta de 13 yuans (6,82 = US$ 1), 0,3%, cotado a 4.009 yuans por tonelada. O relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na véspera, ficou basicamente dentro das expectativas do mercado, e não forneceu uma direção clara para as operações, disseram analistas. As cotações da soja na bolsa Chinesa, são sustentadas por aquisições do governo, mas também pressionadas por vendas de arbitragem por parte de compradores do mercado físico local. As importações de soja da China em novembro recuaram 13% na comparação anual, mas cresceram 15% no mês, atingindo 2,89 milhões de tons, segundo dados da Administração Geral Alfandegária, divulgados nesta sexta-feira.
Participantes do mercado esperam que as importações se recuperem ainda mais nos próximos meses devido à demanda de final de ano, com as importações mensais propensas a subir acima de 4 milhões de toneladas.

SOJA/CHINA: IMPORTAÇÕES RECUAM 13%.

As importações de soja da China em novembro caíram 13% na comparação anual, para 2,89 milhões de toneladas, informou nesta sexta-feira a Administração Geral Alfandegária. No acumulado de janeiro a novembro, as importações da oleaginosa avançaram 11%, atingindo 37,77 milhões de toneladas. A China é o maior importador de soja do mundo e obtém grande parte das ofertas dos Estados Unidos, Brasil e Argentina.
O superávit comercial da China totalizou US$ 19,09 bilhões em novembro, ficando abaixo dos US$ 23,99 bilhões de outubro, de acordo com dados da Administração Geral Alfandegária. O superávit também foi menor do que os US$ 23,6 bilhões das estimativas dos analistas. As exportações caíram 1,2% em novembro, em comparação com igual período de 2008. A queda foi menor do que a registrada em outubro, de 13,8%, mas contrariou a estimativa dos economistas, que projetavam uma alta de 2,1%.
Para os economistas, as exportações tendem a aumentar em 2010, depois de terem despencado durante quase todo o ano de 2009, o que ajudará a sustentar a recuperação econômica. À medida que os exportadores recebam mais encomendas do exterior, eles devem empregar mais trabalhadores, contribuindo para o consumo, além de investirem mais, tirando parte da pressão para que o governo mantenha seu estímulo - o principal motor da recuperação da economia este ano.
As importações subiram 26,7% em novembro, pela primeira vez em 13 meses, na comparação com o mesmo período do ano passado, mostrando que a demanda interna está se fortalecendo por causa do plano de estímulo do governo. Os volumes de importação foram aumentando a cada mês, desde junho, impulsionados por compras maciças de commodities, como petróleo e minério de ferro. Em outubro, as importações caíram 6,4%. As previsões dos economistas eram de uma alta de 21,9% dos embarques no mês passado.
A produção industrial da China cresceu 19,2% em novembro, em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado foi maior do que a alta de 16,1% registrada em outubro, de acordo com dados divulgados pelo governo chinês.O aumento também ficou acima da média das previsões dos 14 economistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, que esperavam um crescimento de 18,3%.

SOJA: CHICAGO FECHA COM PERDAS MARGINAIS.

Os preços internacionais da soja encerraram a quinta-feira com perdas marginais na Bolsa de Chicago, à medida que participantes do mercado realizaram lucros. Traders altistas se decepcionaram com a redução menor do que se esperava na projeção de estoques finais divulgada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Vencimento janeiro, caíu 1,50 cent ou 0,15% e fecharam a US$ 10,27/bushel. Estima-se que fundos especulativos tenham vendido cerca de 2 mil lotes em soja, 1 mil lotes em farelo, enquanto foram compradores líquidos com 2 mil lotes de óleo. Participantes do mercado haviam assumido posições de compra em antecipação ao relatório do USDA. Esperava-se que a agência do governo reduzisse a estimativa de estoques finais em mais do que os 408,2 mil tons reportados, traders altistas ficaram sem ter em que se apoiar. Especuladores realizaram lucros depois dos ganhos iniciais, mas a soja não viu uma continuidade das compras. Foram desfeitas operações de spread em que os traders ficavam comprados em soja e vendidos em milho, o que se somou ao tom defensivo do mercado. Em geral, o volume de negócios foi pequeno, sem grandes surpresas nos dados do USDA. No entanto, o risco de desvalorização segue limitado pela forte demanda para exportação.
O USDA avalia que os estoques finais da safra 2009/10 somarão 255 milhões de bushels, menos do que a estimativa de novembro, de 270 milhões de bushels. Entretanto, ficou acima da expectativa média dos analistas, de 235 milhões de bushels. O USDA elevou sua projeção para as exportações em 15 bilhões de bushels, para 1,34 bilhão de bushels.

Os preços da soja negociada na Bolsa de Chicago devem ceder nos próximos meses, segundo Kieran Gartlan, executivo da DTN, empresa fornecedora de informações agrícolas para o mercado dos Estados Unidas. Gartlan, participa do evento Visão Geral do Mercado de Grãos e Sementes Oleaginosas, realizado pela bolsa americana CME em São Paulo, disse que os estoques internacionais de soja devem pesar sobre os preços da commodity em 2010. A previsão é de que as cotações se sustentam na faixa entre US$ 10,85 e US$ 11,55 o bushel até março. Contudo, o início da colheita da safra sul-americana deve derrubar os preços para uma faixa entre US$ 9,40 e US$ 9,80 entre março e maio. "Até o fim do ano, a depender do comportamento da demanda, as cotações podem cair até US$ 8,80 o bushel", disse Gartlan. Ele observa que a forte demanda por soja nos Estados Unidos e o ímpeto de compra dos fundos nos mercados de commodities têm mantido os preços da oleaginosa em níveis elevados. "Por enquanto, o mercado está voltado para a demanda, mas isso deve mudar nos próximos meses com a evolução da safra na América do Sul", declarou. Gartlan lembra que, segundo projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção sul-americana de soja deve ser aproximadamente 25 milhões de toneladas maior do que a registrada na safra passada, o que significará um crescimento de 30% nos estoques mundiais do grão. "A demanda mundial deve crescer 5%, mas não será suficiente para enxugar toda essa soja", disse Gartlan.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

SOJA-COLHEITA NATALINA E CONTROLE DA FERRUGEM.

O Natal dos produtores de soja de Mato Grosso será de bastante trabalho. A colheita da safra que tradicionalmente começa nas primeiras semanas do ano deverá ser antecipada em pelo menos 10 dias e coincidir com as festas natalinas. O plantio da safra 2009/10 foi antecipado por conta das chuvas que atingiram as regiões produtoras a partir de setembro. As primeiras colheitadeiras devem entrar em operação em até duas semanas. A antecipação pode representar um alívio no caixa dos produtores, mas também oferecerá riscos no que diz respeito ao controle da ferrugem. Dados do Consórcio Antiferrugem, controlado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), sinalizam nesta safra uma situação mais incômoda. No ciclo 2008/09, a primeira ocorrência da doença em Mato Grosso aconteceu nos primeiros dias de dezembro e até o fim do ano passado foram registrados sete casos. Nesta safra, o primeiro caso foi identificado em novembro e até ontem o número de ocorrências em Mato Grosso somavam sete."Os produtores estão preparados para fazer até 2,5 aplicações de fungicida, mas creio que serão necessárias pelo menos mais duas", afirma Glauber Silveira, presidente da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja). Ele lembra que a antecipação deixará o período de colheita mais longo, já que 50% das lavouras são de ciclo médio e 25% de ciclo tardio. "Na prática, as lavouras ficarão expostas à ferrugem e por um período maior, já que já foram registrados os primeiros casos e a colheita antecipada tende a espalhar os esporos do fungo durante o processo", afirma.
Para o consultor Leonardo Menezes, da Céleres, a ferrugem está de fato acima dos níveis de 2008, fato que pode elevar o custo de produção dos agricultores. Hoje, um hectare de soja custa aproximadamente US$ 885 e as duas aplicações adicionais representariam, apenas com o preço do produto, um incremento de 5%."A possibilidade de uma safra mais onerosa existe, mas ainda é cedo para dizer se isso acontecerá ou não. Teremos um panorama mais claro a partir de janeiro de 2010", afirma o consultor. Diante da ameaça da ferrugem, perdas de produtividade não estão descartadas. Apesar de a área plantada em Mato Grosso voltar para um patamar superior a 6 milhões de hectares, a própria Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) espera uma produtividade de 3.027 quilos por hectare, rendimento 1,4% inferior ao registrado na safra 2008/09. A tendência também é identificada pela Céleres. Em seu último relatório, a consultoria estimou uma produtividade de 3.050 quilos por hectare, 2,2% sobre o rendimento indicado pela empresa para a safra passada. Mas não é apenas a exposição à ferrugem e aumento de custos que preocupam o produtor de Mato Grosso. A colheita antecipada vai começar a encher mais cedo os armazéns do Estado, que ainda têm milho estocado. Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea) mostram que existem 1,6 milhão de toneladas do cereal para serem comercializadas, além do estoque da safra passada. Com mais 18 milhões de toneladas de soja que serão produzidas na safra 2009/10, e 7,13 milhões de toneladas das duas safras de milho, a capacidade de 25 milhões de toneladas dos armazéns do Estado certamente será excedida. O plantio antecipado fez com que os trabalhos em Mato Grosso também se encerrassem antes. Dados da Céleres Consultoria indicam que o plantio terminou este ano no Estado com 15 dias de antecedência em relação à safra passada e já chegou ao fim desde a semana passada.

SOJA/EUA: USDA REDUZ ESTOQUE FINAL.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve a estimativa da produção de soja no país durante a safra 2009/10 no relatório mensal de oferta e demanda de dezembro. O USDA espera que a produção no período alcance 3,319 bilhões de bushels (90,34 milhões de toneladas). O governo norte-americano reduziu a estimativa de estoques finais do período para 255 milhões de bushels (6,94 milhões de toneladas), ante 270 milhões de bushels (7,35 milhões de toneladas) previstos em novembro.

SOJA/USDA: EUA VENDERAM 927.700 T

Os Estados Unidos venderam um saldo de 927.700 toneladas de soja da safra 2009/10 na semana encerrada em 3/12, volume 41% superior ao da semana passada, mas 15% abaixo da média das últimas quatro semanas. Os dados são do relatório semanal de exportações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Os principais compradores foram China (613.700 t), Países Baixos (130.400 t), Japão (113.300 t), Indonésia (72.400 t), Alemanha (65.100 t) e Egito (47.500 t).
Os embarques no período atingiram 2.067.300 toneladas, 59% acima do volume da semana anterior e 18% maior que a médias das quatro últimas semanas. Os principais destinos foram China (1.449.800 t), Países Baixos (130.400 t), México (128.300 t), Japão (74.200 t) e Egito (65.500 t).

MILHO-LEILÃO PEPRO-CONAB.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) negociou 99,49% das 500 mil toneladas e 100% das 20 mil toneladas ofertada nos dois leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) para milho de Mato Grosso realizados hoje. A disputa pela subvenção provocou deságio no valor do prêmio em todas as regiões do Estado.
No primeiro leilão, edital nº 396/09, houve deságio nas três regiões do Estado: de 37% no norte e 43% nas regiões sul e médio-norte. Foram negociadas 100% das 275 mil toneladas ofertadas para o norte do Mato Grosso, com subvenção de R$ 4,19/saca de 60 kg, de um prêmio inicial de R$ 6,66/saca. Na região sul também foram arrematadas as 50 mil toneladas ofertadas, com subvenção de R$ 3,45/saca, ante prêmio inicial de R$ 6,06/saca. Já no médio-norte, houve demanda por 98,53% das 175 mil toneladas leiloadas. Com a disputa, a região registrou a menor valor de subvenção, que ficou em R$ 3,11/saca (ante prêmio inicial de R$ 5,46/saca). No leilão nº 397/09, operação destinada ao escoamento para as regiões norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, a maior disputa pelo prêmio ocorreu no médio-norte e sul de Mato Grosso, onde o deságio foi de 32% nas duas regiões, enquanto no norte do Estado ficou em 31%. A subvenção ficou em R$ 4,59 por saca de 60 kg no norte do Estado, R$ 4,08/saca no médio-norte e R$ 3,67/saca no sul do Estado. O prêmio inicial era de, respectivamente, R$ 6,66/saca, R$ 6,00/saca e R$ 5,40/saca.

SOJA/RELATÓRIO USDA SÓ AJUSTARÁ PROJEÇÃO DE 2009/10.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deve apenas ajustar suas projeções para a safra de soja do país, segundo analistas do mercado. A expectativa é de que haja pequenas alterações nas estimativas de exportação e esmagamento no relatório de oferta e demanda, que será divulgado hoje, às 11h30.
A média dos analistas prevê que os estoques finais de soja da safra 2009/10 somem 235 milhões de bushels(6,4 milhões tons), o que significa uma queda de 35 milhões de bushels(952,5 mil tons), em relação à previsão de novembro. O presidente da corretora Global Commodity Analytics, afirmou que os estoques finais somarão 170 milhões de bushels(4,626 milhões tons), no entanto, ele espera que o USDA não altere sua estimativa já neste mês. As estimativas do mercado ficaram entre 170 e 260 milhões de bushels(4,6 a 7milhões tons). Especialistas da indústria disseram que o balanço geral da soja não terá nenhuma mudança principal, mas certamente haverá alguns ajustes na demanda. O forte ritmo de exportação faz com que analistas prevejam algum aumento da projeção do USDA para exportações em dezembro. Em novembro, o USDA estimou as exportações 2009/10 em 1,325 bilhão de bushels. "Historicamente, o USDA não faz grandes alterações em dezembro, mas estamos lidando com tempos extraordinários", afirmou o analista Bill Nelson, da corretora Doane Advisory
Service. As vendas para a China já superam o que o USDA havia definido em sua base de dados, e justificaria um eventual aumento das exportações. O apetite da China por soja tem sido um importante fator de suporte para os preços. Desde 1º de setembro, as exportações de soja norte-americana totalizaram 24,682 milhões de toneladas, sendo 15,119 milhões para a China.
Paralelamente, o mercado segue registrando intenso ritmo de processamento. O analista Jerry Gidel, da corretora North America Risk Management Services, comentou que "a situação da demanda da soja é forte, já que o esmagamento em outubro atingiu um nível perto do recorde, com 163 milhões de bushels, e as exportações foram a 995 milhões de bushels". Em nota, ele acrescentou que "o USDA poderá elevar esses indicadores de demanda em 5 e 20 milhões de bushels, respectivamente". No cenário global, os traders e analistas não preveem mudanças significativas. Em geral, eles acreditam que o USDA manterá seu prognóstico para as safras do Brasil e da Argentina.

SOJA: CHICAGO FECHA EM QUEDA COM REALIZAÇÃO DE LUCROS

Os preços futuros da soja negociada na Bolsa de Chicago caíram ontem. O vencimento de janeiro registrou desvalorização de 15,50 cents ou 1,48%, cotado a US$ 10,2850 o bushel. Analistas disseram que os preços foram pressionados por vendas de especuladores para realização de lucros. "O mercado não conseguiu sustentar os ganhos iniciais, o que levou os investidores a embolsar lucros. A recuperação parcial do dólar e a queda de outras commodities, do petróleo aos metais, também motivaram alguns traders a reduzir parte de sua exposição a risco no mercado da soja. Vendas baseadas em indicadores técnicos também foram observadas após rompimento do suporte u$ 10,30 bu. "Depois que várias tentativas de puxar os preços acima das máximas recentes fracassaram na semana passada, os grandes compradores parecem ter perdido a confiança", disse um analista em Chicago. Contudo, a forte demanda por soja e a expectativa de maior aperto nos estoques americanos deram suporte e impediram que os preços caíssem mais.
O USDA divulga hoje seu relatório mensal de oferta e demanda. A média dos analistas de mercado ouvidos em pesquisa da Dow Jones aposta que a estimativa para os estoques de passagem será reduzida de 270 milhões de bushels (7,3 milhões de toneladas) para 235 milhões de bushels (6,4 milhões de toneladas).
O USDA também divulgará relatório de exportações, referente à semana terminada no último dia 3. A expectativa é de que as vendas de soja em grão fiquem entre 600 mil e 900 mil toneladas.

SOJA/ARGENTINA: EXPORTAÇÃO CAI EM OUTUBRO.

Exportadores argentinos continuaram focados em transformar a pequena safra de soja 2008/09 em farelo e óleo, reduzindo as exportações do grão. Uma seca atingiu a temporada 2008/09, diminuindo a produção em cerca de um terço frente ao potencial da safra. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a produção da oleaginosa em 2008/09 despencou para 32 milhões de toneladas, contra 46 milhões de toneladas um ano antes. Em outubro, o país exportou apenas 56.075 toneladas de soja, volume muito abaixo das 1.113.875 toneladas embarcadas no ano passado, segundo dados recentes do Senasa, um serviço de saúde e saneamento agrícola. As exportações da oleaginosa em outubro foram avaliadas em US$ 23 milhões, ante US$ 495 milhões no ano anterior. Nos dez primeiros meses do ano, a Argentina exportou 4.388.061 toneladas da oleaginosa, contra 11.524.371 toneladas um ano antes.De janeiro a outubro de 2009, foram esmagadas 24.879.455 toneladas, ante 26.774.451 no ano passado, de acordo com a câmara exportadora de oleaginosas e grãos CIARA-CEC. Em outubro, as processadoras transformaram 2.106.367 toneladas de soja em óleo e farelo, contra 2.759.222 toneladas um ano antes.
A China é o principal mercado para as exportações de soja da Argentina, tendo adquirido 3,2 milhões de toneladas nos dez primeiros meses do ano.

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