sexta-feira, 16 de abril de 2010

CBOT-SOJA/MILHO - FECHAMENTO OFICIAL.

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SOJA: CHICAGO FECHA EM ALTA COM MOVIMENTO TÉCNICO.

Os preços futuros da soja voltaram a subir hoje na Bolsa de Chicago, o contrato com vencimento em maio, mais negociado, terminou o pregão com valorização de 1,25 cent ou 0,13%, cotado a US$ 9,8525 por bushel. Segundo analistas, o mercado é sustentado por compras baseadas em tendências sazonais, indicadores técnicos de preço e preocupações com o aperto dos estoques norte-americanos. "O impulso técnico é um fator preponderante dessa alta, com os compradores encorajados pela capacidade de os preços romperem níveis de resistência nos gráficos", afirmou Joe Victor, analista da corretora Allendale. Diante do movimento adverso, fundos e especuladores que haviam apostado na queda dos preços correram para cobrir suas posições.
Do ponto de vista dos fundamentos, a preocupação com o aperto nos estoques norte-americanos continua a ser o principal fator por trás da firmeza dos preços, embora sua influência seja limitada pela colheita de uma safra recorde na América do Sul. Apesar do expressivo crescimento da produção mundial da safra2009/10, analistas avaliam que Estados Unidos e América do Sul vão precisar colher outra safra cheia em 2010/11 a fim de atender à crescente demanda para a produção de rações e a formação de estoques de reserva na China. "Estamos com uma falsa sensação de segurança em relação aos estoques, pois não há espaço para qualquer coisa que não seja mais um ano perfeito para a produção mundial de soja", afirmou Tim Hannagan, analista da corretora PFG Best, em Chicago. Fundos fecharam o dia com uma compra líquida de 3 mil contratos.
MILHO
Os preços futuros do milho terminaram a sexta-feira perto da estabilidade na Bolsa de Chicago. Foram capazes de se recuperar do declínio obervado no início do dia, à medida que participantes do mercado equilibraram suas posições no fim do pregão. Os contratos com vencimento em maio terminaram em alta de 0,75 cent ou 0,21%, cotados a US$ 3,64/bushel.
Analistas disseram que o mercado continua mostrando certa elasticidade, diante das condições favoráveis para o plantio da nova safra dos Estados Unidos e amplos estoques globais. Compras técnicas puxaram os futuros para novas máximas recentemente, com cobertura de posições vendidas. Traders estão adotando postura cautelosa antes de vender, pois as incertezas sobre uma longa temporada de desenvolvimento da safra fazem com que ficar vendido seja uma posição mais arriscada, de acordo com um analista.
Mas durante a maior parte do dia, participantes do mercado embolsaram lucros recentes antes do fim de semana. No entanto, conforme a sessão se aproximou do fim, o interesse pelas vendas perdeu força e permitiu que o mercado atraísse compras no fim do dia, que puxaram os preços para território positivo novamente.Estima-se que fundos especulativos tenham comprado cerca de 3 mil lotes em milho.

SOJA: RS COLHE 1 MILHÃO DE TONELADAS NA SEMANA.

O clima seco da última semana acelerou a colheita de soja no Rio Grande do Sul, que está à frente do ritmo habitual. O trabalho evoluiu de 45% para 72% da área cultivada (3,9 milhões de hectares) na última semana, o que significa a colheita de quase 1 milhão de toneladas neste período, calculou a Emater, com base na produtividade média de 2,4 mil toneladas por hectare. Na média deste período nos cinco anos anteriores, a colheita havia chegado a 54% da área. O resultado foi obtido com a combinação de máquinas agrícolas de maior potência, já que os equipamentos evoluíram nos últimos anos, e clima favorável, explicou o assistente técnico da Emater Alencar Paulo Rugeri. Quase toda a colheita de soja é mecanizada no Estado. O tempo seco ajudou a movimentação de máquinas na lavoura. A safra de soja também evoluiu mais rapidamente. Houve antecipação do amadurecimento, comentou Rugeri, auxiliado pelo clima e utilização de variedades precoces. A falta de chuvas nas últimas semanas, no entanto, prejudica o final do desenvolvimento de 5% da área de soja em fase de enchimento de grãos. Como a parcela é pequena, não deve interferir de forma relevante na expectativa de produção do Estado. A Emater espera colheita de 9,337 milhões de toneladas na safra 2009/10, 18% acima do ciclo anterior.
Habitualmente, o produtor gaúcho dá prioridade nesta época do ano à colheita de soja, mas também houve avanço no milho. Desde a semana passada, a colheita subiu 8% para 67% da área semeada (1,163 milhão de hectares), à frente da média para este período do ano, que é de 57%.
A Emater já havia revisado para cima a previsão de produção do grão, que passou a 5,215 milhões de toneladas, 22% a mais que o obtido na safra passada. Ao contrário do que ocorre com soja e milho, a colheita de arroz está atrasada. Os produtores gaúchos já colheram 68,3% da área semeada, quando na safra passada o trabalho estava em 80% nesta época, comparou o Instituto Riograndense do Arroz (Irga). O ritmo mais lento decorre da implantação da safra, que apresentou dificuldades pelas chuvas em novembro. A Emater observou que o desenvolvimento da safra apresenta ligeiro atraso em comparação com as demais culturas.

SOJA/MILHO - TAIWAN COMPRA PRODUTO BRASILEIRO E EUA.

A Associação para Compra de Soja de Taiwan -BSPA-K, adquiriu nesta sexta-feira 60 mil toneladas de soja da trading global Cargill, para embarque durante o período de 10 a 24 de junho, disseram executivos. A compra foi realizada em um leilão e o carregamento deve ser de origem brasileira, acrescentaram as fontes.
MILHO
A Associação da Indústria de Milho de Taiwan comprou em um leilão nesta sexta-feira quase 50 mil toneladas de milho de origem norte-americana da Bunge, por US$ 230,42 a tonelada (base custo e frete), disseram executivos. O embarque será efetuado no período de 19 de junho a 3 de julho, se o carregamento for da região do Golfo, ou 15 dias depois, se vier do Pacífico Noroeste.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

SOJA/MILHO : CHICAGO FECHA EM ALTA NA MAIOR COTAÇÃO EM TRÊS MESES

Os preços futuros da soja atingiram hoje o maior nível em três meses na Bolsa de Chicago. O contrato com vencimento em maio, mais negociado, encerrou o pregão cotado a US$ 9,84 por bushel, com valorização de 15 cents ou 1,55%. Analistas disseram que a commodity foi impulsionada por compras técnicas em um cenário de sólida demanda no mercado físico. "Grande parte dos ganhos do dia foi inspirada em considerações técnicas. O movimento foi intensificado por ordens automáticas de compra, uma vez que traders cobriram posições vendidas anteriormente depois que os preços romperam alguns níveis de resistência", explicou
Os futuros cederam no começo do dia, pressionados por fundamentos baixistas como a safra recorde na América do Sul e a previsão de um plantio também recorde nos Estados Unidos. Contudo, os comerciantes baixistas ficaram desapontados com a dificuldade em pressionar as cotações mesmo diante de uma oferta tão grande. A escassez de vendas abriu espaço para que os compradores se impusessem. Segundo analistas, a firmeza dos preços é vista como um sinal de que a demanda por soja nos Estados Unidos continua extremamente robusta. "O mercado é aparentemente sustentado pela forte demanda e pela percepção de que precisa assegurar uma oferta recorde para fazer frente ao aumento da demanda global", acrescentou. Além disso, a incerteza sobre qual vai ser o desempenho da safra 2010/11 nos Estados Unidos fez com que especuladores embutissem algum prêmio de risco nos preços. "O mercado também teve um impulso psicológico com a alta do trigo e do milho, que obriga a soja subir com o objetivo de assegurar uma grande área plantada este ano. Fundos especulativos realizaram uma compra líquida de aproximadamente 7 mil contratos hoje.

MILHO

Recompras de posições vendidas puxaram os preços futuros do milho. As firmes bases de preço no mercado à vista também foram influência positiva. Os lotes para entrega em maio fecharam em alta de 5,25 cents ou 1,47%, cotados a US$ 3,6325/bushel. Segundo o analista Chad Henderson, da corretora Prime Agricultural Consultants, o mercado está construindo uma base de suporte para os preços, já que os futuros têm se mantido mesmo diante de pressões provenientes do clima favorável para o plantio e de indicadores de maiores estoques globais e área plantada nos Estados Unidos.
Os traders que apostavam na queda dos preços estão decepcionados com a força recente do mercado e a habilidade de se sustentar acima das principais médias móveis. Isso encoraja os vendidos a cobrir parte das posições. Traders vêm reduzindo sua exposição ao risco de se manterem vendidos em meio à ascensão recente dos preços. Além disso, os dados sobre exportações semanais divulgados hoje foram melhores do que se esperava e impulsionaram as cotações. E o fortalecimento dos níveis das bases de preço no mercado à vista do Golfo de Louisiana é sinal de boa demanda. De qualquer modo, analistas notaram que os traders estão cautelosos em puxar demais os preços.Estima-se que fundos especulativos tenham comprado cerca de 7 mil lotes em milho hoje.

CBOT – FECHAMENTO OFICIAL SOJA E MILHO

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CHINA: PIB CRESCE 11,9% NO 1º TRIMESTRE

A economia chinesa cresceu vigorosamente em 11,9% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O anúncio foi feito pelo governo da China nesta quinta-feira, indicando que a forte recuperação da terceira maior economia do mundo continua em curso. No quarto trimestre, a economia chinesa cresceu 10,7%. Os economistas previam um crescimento de 11,5% no Produto Interno Bruto (PIB) chinês neste primeiro trimestre. No primeiro trimestre de 2009, a economia chinesa havia crescido 6,1%, trimestre de menor expansão dos últimos 20 anos.
A expansão da China tem se dado em virtude de seus programas massivos de estímulo à economia, os quais elevaram as despesas do governo e conduziram a uma onda de empréstimos sem precedentes pelos bancos estatais. A China assinalou crescimento de 8,7% em 2009, tornando-se uma das poucas nações que tiveram bom desempenho em um período de recessão mundial. Mas a repercussão tem sido bastante rápida, o suficiente para elevar as preocupações de que a economia possa estar muito aquecida, e os últimos cálculos reforçam as medidas adicionais de Pequim na tentativa de refrear o crescimento.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

SOJA: CHICAGO FECHA EM LEVE ALTA, ESTOQUES APERTADO SUSTENTA PREÇO.

Preocupações sobre os estoques apertados de soja nos Estados Unidos sustentaram os preços futuros da commodity nesta quarta-feira, na Bolsa e Chicago. O vencimento com entrega em maio fecharam com valorização de 1,0 cent ou 0,10%, cotados a US$ 9,69/bushel. Os primeiros vencimentos, que correspondem à antiga safra, lideraram o movimento de alta durante o dia. Receberam suporte da sólida demanda num momento de oferta apertada, em que há poucas vendas de produtores. Incertezas sobre como se desenvolverá a temporada de plantio e desenvolvimento da nova safra também fortaleceram a alta dos preços, especialmente dos contratos relacionados à nova safra. Observou-se operações de spread altistas - em que se fica comprado em um primeiro vencimento e vendido nos últimos - na maior parte do dia, com firmes bases de preço no mercado à vista.
A depreciação do dólar frente a uma cesta de moedas favoreceu o tom positivo do mercado de commodities. O petróleo e os metais se valorizaram nesta quarta-feira e deram suporte psicológico aos grãos. No entanto, as compras não tiveram continuidade no mercado de soja, pois os futuros desafiaram áreas de resistência técnica próximas à média móvel de 200 dias, acionando ordens automáticas de venda, em realização de lucros. Estima-se que fundos especulativos tenham comprado cerca de 3 mil lotes em soja hoje.

GRÃOS: MINISTÉRIOS DISCUTIRÃO REGRAS P/LEILÕES DE COMERCIALIZAÇÃO.

Para tentar encerrar um impasse que se arrasta desde o começo do ano, os secretários executivos dos Ministérios da Agricultura e da Fazenda, Gerardo Fontelles e Nelson Barbosa, reúnem-se amanhã, a partir das 15 horas, para discutir os termos de uma portaria interministerial que definirá as regras para os leilões de apoio à comercialização da safra agrícola em 2010.
Se de um lado a Agricultura exige uma tramitação menos burocrática para realização de operações de apoio à comercialização, de outro, a Fazenda deseja tornar o processo mais eficiente do ponto de vista financeiro e resiste em conceder "carta branca" para a Agricultura organizar leilões sem o aval da área econômica. A reunião será no Ministério da Fazenda.

CBOT–SOJA E MILHO FECHAMENTO OFICIAL.

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